Negócios

TIM vê crescimento em linhas e fortalecimento de caixa

No mês de junho, a companhia alcançou a Claro no segundo lugar do ranking

A meta da TIM é chegar a 60 milhões de assinantes até dezembro (Lia Lubambo/EXAME)

A meta da TIM é chegar a 60 milhões de assinantes até dezembro (Lia Lubambo/EXAME)

DR

Da Redação

Publicado em 3 de agosto de 2011 às 16h10.

São Paulo - A TIM Participações prevê a continuidade de crescimento em linhas móveis até o fim do ano e espera um maior fortalecimento de caixa na segunda metade de 2011.

Na noite de terça-feira, a empresa reportou resultado acima da média das previsões de seis analistas obtidas pela Reuters.

Nesta quarta-feira, a empresa ingressou no Novo Mercado da Bovespa.

"A entrada no Novo Mercado acaba com a especulação de que a empresa não vai ter comprometimento de longo prazo no Brasil", disse o presidente da TIM no Brasil, Luca Luciani, em evento da empresa na sede da BMF&Bovespa.

A TIM foi alvo de especulação, nos últimos anos, de que sua controladora Telecom Italia poderia colocar à venda a operação brasileira por conta de resultados considerados fracos no país.

Mas no último ano a base de clientes móveis da operadora cresceu substancialmente, e em junho a companhia alcançou a Claro no segundo lugar do ranking do setor, com 25,55 por cento de participação de mercado cada, fechando o mês com 55,5 milhões de linhas.

A meta da TIM é chegar a 60 milhões de assinantes até dezembro.

A companhia também espera fortalecer sua posição de caixa até o fim do ano e não pretende emitir dívida, disse o vice-presidente financeiro da companhia, Claudio Zezza.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasServiços3GTelecomunicaçõesOperadoras de celularEmpresas italianasTIMConcorrência

Mais de Negócios

Curitiba 333 anos: revitalização do centro ganha polo de eventos de R$ 22 mi

Como a Renner usa inteligência artificial para vender mais — e reduzir filas nas lojas

O novo ciclo do leite: como a Piracanjuba aposta em proteína para sair da commodity

Carol Celico leva marca de roupas do digital ao varejo e mira R$ 57 milhões