Negócios

RWE vai cortar 2.500 empregos em geração de energia

Segundo fonte, companhia também irá cortar postos de trabalho em geradoras de energia na Grã-Bretanha e Holanda


	Usina de carvão Niederaussem da RWE, em Rheidt, na Alemanha: cerca de 3.400 postos de trabalho podem ser eliminados no total
 (Wolfgang Rattay/Reuters)

Usina de carvão Niederaussem da RWE, em Rheidt, na Alemanha: cerca de 3.400 postos de trabalho podem ser eliminados no total (Wolfgang Rattay/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 6 de novembro de 2013 às 15h37.

Dusseldorf - A RWE, segunda maior concessionária da Alemanha, vai cortar cerca de 2.500 postos de trabalho em seus negócios de geração de energia no país ao longo dos próximos anos, disse uma fonte familiarizada com os planos nesta quarta-feira.

Em uma investida para lidar com a fraca demanda de energia na Europa e com as deficitárias usinas de energia, a RWE também irá cortar postos de trabalho em geradoras de energia na Grã-Bretanha e Holanda, disse a fonte.

De acordo com informações obtidas pela Reuters mais cedo, cerca de 3.400 postos de trabalho podem ser eliminados no total.

Porta-vozes da RWE se recusaram a comentar o assunto, fazendo referência à divulgação dos resultados da companhia para os primeiros nove meses do ano em 14 de novembro, quando mais detalhes serão disponibilizados.

Além disso, a RWE também está planejando reduzir pela metade o número de funcionários da sua unidades de energia renovável Innogy, que atualmente emprega 1.500 pessoas, segundo o jornal alemão de negócios Handelsblatt, citando fontes da empresa.

Uma porta-voz da Innogy confirmou que há um programa de reestruturação em curso, mas acrescentou que a maioria dos empregados que deixarem unidade vão continuar a trabalhar em outras partes da RWE.

Acompanhe tudo sobre:Energia elétricaServiçosgestao-de-negociosEnergiaDemissõesDesempregoCortes de custo empresariais

Mais de Negócios

Como um pet shop que nasceu em casa multiplicou o faturamento em mais de 10 vezes em três anos

Ele dormiu no chão da própria escola na pandemia. Hoje, fatura R$ 20 mi ensinando inglês a famosos

A franquia que vendeu 100 laboratórios em um dia e vai faturar R$ 100 milhões fora dos convênios

Flórida: por que o Sul dos EUA virou a porta de entrada para empresários brasileiros