Negócios

Philips terá prejuízo menor com operações de TV em 2010

Área de televisores reduzirá o prejuízo ajustado este ano para entre 60 milhões e 90 milhões de euros

Área de televisores vai amenizar prejuízo da Philips (DIVULGAÇÃO)

Área de televisores vai amenizar prejuízo da Philips (DIVULGAÇÃO)

DR

Da Redação

Publicado em 1 de dezembro de 2010 às 10h07.

Amsterdã - A Philips Electronics informou que a área de televisores, avaliada como possível alvo de venda, reduzirá o prejuízo ajustado este ano para entre 60 milhões e 90 milhões de euros, antes de juros, taxas e amortização.

A companhia afirmou em comunicado nesta quarta-feira que as operações com televisores vão gerar uma queda de entre 2 e 3 por cento no Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado, com receita de cerca de 3 bilhões de euros.

Segundo a empresa, a perda reflete condições de mercado difíceis e um atraso inesperado na conclusão de um acordo de licenciamento de marca com a chinesa TPV Technology, que deve ser finalizado no final deste ano.

As operações de televisores da Philips tiveram prejuízo de 116 milhões de euros em 2009, com margem Ebitda ajustada de menos 3,7 por cento, afirmou um porta-voz da companhia.

"O negócio de televisores... terá melhora significativa no lucro em 2010, na comparação ano a ano, resultado de contínua melhora de custos, parceria com fornecedores e acordos de licenciamento de marca em mercados selecionados", afirmou a empresa.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasIndústrias em geralempresas-de-tecnologiaIndústria eletroeletrônicaPrejuízoIndústriaEmpresas holandesasIndústria de eletrodomésticossetor-eletroeletronicoPhilips

Mais de Negócios

Após falência e divórcio, casal supera crise e cria franquia que fatura US$ 1,4 milhão por ano

Essa professora largou as salas de aula e criou um estúdio de design que fatura US$ 200 mil por ano

Aos 28 anos, ela acumulou dívida de US$ 141 mil e criou 'combo' de rendas extras para quitar tudo

Aos 39 anos, ela estourou cartões e vendeu o carro para criar negócio de US$ 1,95 bilhão