Negócios

Odebrecht S.A. alcança Nível Ativo do Pacto Global da ONU

A empresa chegou a este patamar após divulgar seu primeiro relatório seguindo as diretrizes da Global Reporting Initiative e os dez princípios do Pacto

Odebrecht: o Pacto Global é uma iniciativa conjunta de empresas e das Nações Unidas (Mariana Bazo/Reuters)

Odebrecht: o Pacto Global é uma iniciativa conjunta de empresas e das Nações Unidas (Mariana Bazo/Reuters)

E

EFE

Publicado em 20 de janeiro de 2017 às 14h34.

São Paulo - A Odebrecht S.A. alcançou neste mês o nível ativo de participação no Pacto Global da ONU, ao qual aderiu em junho do ano passado.

A empresa chegou a este patamar após divulgar seu primeiro relatório seguindo as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI) e os dez princípios do Pacto, com seis meses de antecedência em relação ao prazo final definido pela instituição.

O documento traz os avanços da Odebrecht segundo os compromissos assumidos com o Pacto Global, com informações econômicas, de governança e conformidade, e de pessoas e sustentabilidade. Com o aprimoramento das práticas, a empresa poderá alcançar o nível avançado, o mais elevado do Pacto.

O Pacto Global é uma iniciativa conjunta de empresas e das Nações Unidas, criado no ano de 2000, com o objetivo de fomentar a melhoria das práticas empresariais nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção.

As empresas da Odebrecht têm 25 representantes entre seus integrantes em todos os Grupos Temáticos da Rede Brasileira do Pacto Global, que discutem as prioridades nas áreas de Alimentos e Agricultura, Energia e Clima, Direitos Humanos e Trabalho, Água, Anticorrupção e Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasONUNovonor (ex-Odebrecht)

Mais de Negócios

‘O Brasil vai ser o salvador da fome do mundo’, diz Júnior Friboi

Frigoríficos, genética e mercado global: o plano dessa gigante do agro para chegar aos R$ 10 bilhões

Lavanderia autônoma de R$ 19,8 milhões lança rede de minimercados e mira 30 unidades em 2026

Aos 16, eles vendiam milhas; hoje, miram R$ 1,2 bi com empresa que atende viajantes de ponta a ponta