Negócios

Montadoras desenvolverão carro com célula de combustível

Para a fabricação, a Renault-Nissan assinou um acordo com a Daimler e a Ford


	Logo da Nissan: a Nissan já havia assinado um acordo similar com as companhias japonesas Toyota e Honda.
 (REUTERS/Yuriko Nakao)

Logo da Nissan: a Nissan já havia assinado um acordo similar com as companhias japonesas Toyota e Honda. (REUTERS/Yuriko Nakao)

DR

Da Redação

Publicado em 28 de janeiro de 2013 às 14h30.

Priorizar nos meus resultados Google

Paris - A montadora franco-japonesa Renault-Nissan assinou um acordo com a Daimler e a Ford para desenvolver uma célula de combustível para equipar carros elétricos até 2017, segundo uma declaração conjunta divulgada nesta segunda-feira.

Os três grupos planejam ter partes iguais no projeto e planejam a começar a produção de larga escala de veículos movidos a células de combustível em 2017, disse o comunicado, sem oferecer detalhes financeiros do acordo.

"A colaboração é um sinal claro para os fornecedores, políticos e para a indústria para incentivar mais o desenvolvimento de estações de abastecimento de hidrogênio e outras infraestruturas necessárias para permitir que esses veículos sejam vendidos em massa".

Os veículos elétricos já representam a principal estratégia de desenvolvimento da Renault-Nissan e as células de combustível, que usam uma reação química entre o oxigênio e o hidrogênio para gerar eletricidade, são apresentadas como um complemento a este esforço.

A Nissan já havia assinado um acordo similar com as companhias japonesas Toyota e Honda e o grupo coreano Hyundai, para vender veículos equipados com células de combustível nos países escandinavos até 2015.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas japonesasEmpresas americanasMontadorasFordEmpresas alemãsNissanDaimler

Mais de Negócios

De cooperativas a startups: veja quem pode concorrer ao prêmio da ApexBrasil e EXAME

Sua empresa sabe contabilizar o ROI da IA?

Ele vendeu a transportadora para comprar café e hoje disputa mercado com as gigantes das commodities

Após rodada de US$ 8 milhões, IA jurídica que atende 30 mil advogados chega ao Brasil