Negócios

Magnata mexicano Carlos Slim compra 8,4% de ações da YPF

O Domitgrupo Financiero Inbrusa de Carlos Slim e outras de suas companhias adquiriram 32.908.506 ações comuns classe D da petroleira argentina

A companhia pertence ao bilionário Carlos Slim (Mark Wilson/Getty Images)

A companhia pertence ao bilionário Carlos Slim (Mark Wilson/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de junho de 2012 às 20h38.

São Paulo - O grupo do magnata mexicano Carlos Slim comprou 8,4% das ações da petroleira argentina YPF das mãos de um sindicato de bancos, segundo documentos publicados pelo regulador do mercado de ações americano (SEC).

O Domitgrupo Financiero Inbrusa de Carlos Slim e outras de suas companhias adquiriram 32.908.506 ações comuns classe D da petroleira argentina expropriada do grupo espanhol Repsol, de acordo com a SEC.

As ações foram compradas de um sindicato de bancos que havia emprestado dinheiro ao grupo argentino Petersen para adquirir uma participação na YPF anos atrás, segundo a imprensa local.

Após a estatização da companhia, Petersen não cumpriu sua dívida com esses bancos e então as ações passaram às mãos do credor.

A presidente argentina, Cristina Kirchner, decidiu em abril passado expropriar da Repsol 51% da YPF, alegando falta de investimentos, o que desatou uma grave crise diplomática com a Espanha.

Em 3 de maio, o Congresso da Argentina sancionou a lei que transferiu ao Estado o controle da YPF (51% das ações), e diminuiu o capital da Repsol de 57,43% para 6,43%, enquanto o Grupo Petersen conservava seus 25,46% e o mercado de ações, seus 17,09%.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasPersonalidadesEmpresas espanholasPetróleoIndústria do petróleoEmpresáriosEnergiaClaroCarlos SlimTelmexRepsol YPF

Mais de Negócios

'O fim da taxa das blusinhas é a destruição do varejo nacional', diz fundador da Havan

Taxa da blusinha: ‘É uma grande vitória para o consumidor’, diz CEO da Shein no Brasil

Fim da 'taxa das blusinhas' vai custar empregos no varejo brasileiro, diz CEO da Dafiti

Este biólogo vai faturar milhões com aparelho que promete acabar com incêndios florestais