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Lockheed reduz número de trabalhadores afastados nos EUA

Companhia disse que cerca de 2,4 mil dos seus trabalhadores não poderiam voltar ao trabalho porque as unidades do governo onde trabalhavam estão fechadas


	Lockheed Martin: Lockheed havia dito na sexta-feira que iria dar licença para cerca de 3 mil trabalhadores devido à paralisação
 (Getty Images)

Lockheed Martin: Lockheed havia dito na sexta-feira que iria dar licença para cerca de 3 mil trabalhadores devido à paralisação (Getty Images)

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Da Redação

7 de outubro de 2013, 13h51

Washington - A Lockheed Martin, maior contratada do governo norte-americano e principal fornecedora do Pentágono, reduziu nesta segunda-feira o número de funcionários que mantinha afastados após o secretário de Defesa Chuck Hagel chamar de volta a maior parte dos funcionários civis.

A Lockheed disse que cerca de 2,4 mil dos seus trabalhadores não poderiam voltar ao trabalho porque as unidades do governo onde trabalhavam estão fechadas devido à paralisação do governo dos Estados Unidos.

Desse total, cerca de 2,1 mil trabalhavam em programas para agências civis, enquanto o restante trabalha em programas militares, disse a empresa, acrescentando que a maioria dos profissionais ficava em Washington.

A Lockheed havia dito na sexta-feira que iria dar licença para cerca de 3 mil trabalhadores devido à paralisação. O anúncio desta segunda-feira reduziu este número em 20 por cento.