Redatora
Publicado em 6 de janeiro de 2026 às 11h13.
Nem toda startup nasce com investimento de fundo de capital de risco ou com um time de programadores em um coworking. Muitas vezes, ela começa à noite, depois do expediente, como um projeto paralelo. A diferença entre seguir no hobby ou escalar de fato está no momento da virada — e no preparo para ela.
Com base em conselhos de fundadores experientes, esses cinco passos são essenciais para quem quer transformar um projeto paralelo em um negócio de verdade. As informações foram retiradas de Inc.
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A empolgação de largar tudo para empreender é real — e perigosa. Daymond John, fundador da marca FUBU e jurado do programa Shark Tank, diz que seu segredo foi justamente conter a ansiedade.
Ele manteve o emprego enquanto destinava 20% do seu tempo livre à criação da empresa. Com isso, pôde reinvestir os lucros iniciais sem depender deles para pagar contas.
A cultura do “hustle” — de trabalhar 16 horas por dia para fazer o projeto dar certo — ainda seduz muitos jovens empreendedores. Mas ela cobra caro.
Hunter Ellenbarger, fundador da Star Quality Studio, começou sua empresa ainda enquanto trabalhava na equipe de marketing do YouTube. Segundo ele, se tivesse tentado acelerar demais, teria sofrido burnout antes de consolidar o negócio.
Para startups que nascem de projetos paralelos, o primeiro capital geralmente vem de pessoas próximas. Mas captar entre amigos ou familiares exige cuidado.
Meg Cadoux Hirshberg, autora de um guia sobre empreender em casal, diz que o ideal é apresentar o cenário real.
“Você pode perder esse dinheiro. Pode demorar a ter retorno. E talvez eu precise de mais”, ela conta.
Mais do que um contrato, o que protege a relação é a clareza. O entusiasmo de quem quer ajudar pode virar ressentimento se expectativas forem mal administradas. Por isso, mesmo em rodadas informais, vale formalizar os acordos e deixar tudo às claras — o que reforça a seriedade do seu projeto.
Um erro comum em startups nascidas de trabalhos paralelos é assumir que todos os sócios estão igualmente comprometidos.
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Phillip H. Kim, professor de empreendedorismo em Babson College, explica que as diferenças de dedicação, tempo disponível e ambição entre os fundadores precisam ser discutidas com maturidade.
Um está 100% no projeto? Outro ainda está no emprego formal? Tudo bem, mas não deixe para lidar com esse desalinhamento só quando surgirem conflitos ou decisões difíceis.
Mesmo que o projeto ainda seja pequeno, trate-o como uma empresa. Isso não é só uma dica contábil — é um exercício de mentalidade empreendedora. O escritório Harper & Co., dos EUA, recomenda abrir uma conta bancária exclusiva para o negócio, registrar todas as despesas e receitas e preparar-se para as obrigações fiscais desde o início.
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