Negócios

Cade dá sinal verde para operação entre Ileos e Arcade

A operação consiste na aquisição da Arcade pela Ileos, via OCM Luxembourg Íleos Holding, e na criação de uma nova sociedade denominada Tripolis Holding S.a.r.l


	Beleza: empresas atuam no segmento de amostragem de cosméticos e perfumes, entre outros
 (Divulgação)

Beleza: empresas atuam no segmento de amostragem de cosméticos e perfumes, entre outros (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 21 de agosto de 2014 às 15h40.

Brasília - O ato de concentração entre COM Luxembourg Ileos S.à.r.l e Arcade Marketing recebeu sinal verde da Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A aprovação, sem restrições, está sinalizada em despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 21.

As empresas atuam no segmento de amostragem de cosméticos e perfumes, entre outros.

A operação consiste na aquisição da Arcade (subsidiária da KKR e da aPriori) pela Ileos, via OCM Luxembourg Íleos Holding, (pertencente ao Grupo Oaktree) e na criação de uma nova sociedade denominada Tripolis Holding S.a.r.l (Tripolis).

A Tripolis combinará as empresas Bioplan (subsidiária da Ileos) e Arcade.

Após a operação, o Grupo Oaktree deterá indiretamente 75% na Tripolis e a KKR e a aPriori deterão, por meio da subsidiária Visante, uma participação conjunta de 25% na nova sociedade.

As empresas atuam no segmento de amostragem para as indústrias de cosméticos, cuidados pessoais e fragrâncias.

A superintendência do Cade avaliou que dadas as especificidades dos produtos desenvolvidos por cada uma das empresas, não se verifica qualquer sobreposição horizontal advinda da operação.

Acompanhe tudo sobre:Cosméticoshigiene-pessoal-e-belezaacordos-empresariaisCade

Mais de Negócios

Aos 39 anos, ela estourou cartões e vendeu o carro para criar negócio de US$ 1,95 bilhão

‘É impossível falar em competição justa’ diz CEO da Riachuelo sobre a ‘taxa da blusinha’

CEO das franquias: como Shaquille O’Neal transformou lição do pai em império bilionário

‘O cliente hoje busca identidade, não só um nome estrangeiro’, diz empresário de joalheria