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Bradesco vê pouca chance de precisar capital extra

Abreu afirma que o índice de Basileia do banco está em 15,9%, enquanto no Brasil a taxa mínima estabelecida, hoje, é de 11%

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Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2010 às 03h47.

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Rio - O vice-presidente executivo do Bradesco, Domingos Figueiredo de Abreu, afirmou que os bancos brasileiros em linhas gerais estão bem preparados para atender ao acordo de Basileia 3, firmado neste mês para aumentar as exigências de capitais nos bancos e proteger o mercado financeiro internacional de crises mundiais.

Segundo ele, o Bradesco ainda espera definição do Banco Central sobre como vão se aplicar as regras no Brasil, mas há "muito pouca chance" de a instituição precisar de capital extra para atender aos requisitos.

Abreu afirma que o índice de Basileia do banco está em 15,9%, enquanto no Brasil a taxa mínima estabelecida, hoje, é de 11%. O executivo afirmou que são exceções as instituições que podem enfrentar dificuldades no Brasil para se enquadrar, já que o padrão no país já era mais elevado do que o internacional. "Em algumas exceções podem ter que se adaptar, dependendo do que for requerido pelo Banco Central. Mas o Brasil, em geral, não é muito alavancado."

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