Negócios

Aerolíneas surpreende cliente que criticou peso de aeromoças

"Os preconceitos nós deixamos em terra", respondeu a companhia aérea a comentário no Facebook

Avião da Aerolíneas Argentinas (Reprodução/Facebook/Aerolíneas Argentinas)

Avião da Aerolíneas Argentinas (Reprodução/Facebook/Aerolíneas Argentinas)

Luísa Melo

Luísa Melo

Publicado em 22 de janeiro de 2015 às 17h45.

São Paulo - "Os preconceitos nós deixamos em terra". Essa foi a resposta surpreendente dada pela Aerolíneas Argentinas a um cliente que criticou a aparência de suas comissárias de bordo.

Na quarta-feira (21), o usuário do Facebook postou a seguinte mensagem na página oficial da companhia aérea: "o que chama a atenção é o baixo nível de aeromoças que a empresa tem. Antigamente eram altas, esbeltas, impunham respeito. Agora pegam moças baixas e gordinhas".

A Aerolíneas rebateu explicando os critérios de contratação que adota e deu "um tapa de luvas" no comentário preconceituoso.

A mensagem dizia:

"Estes são os requisitos para ser tripulante da cabine:
- Ser maior de 18 anos
- Altura: mulheres 1,63 a 1,75 - homens 1,70 a 1,85
- Nacionalidade argentina
- 2º grau completo
- Licença de TCP (certificação para ser comissário)
- Domínio do idioma inglês
- saber nadar
Os preconceitos não saem para voar e nós os deixamos em terra. Saudações".

O diálogo não está mais disponível na rede social. Porém, uma imagem de reprodução divulgada por portais de notícias argentinos mostra que a resposta já acumulava 512 curtidas uma hora após a sua publicação.

Na página oficial da empresa, muitos consumidores parabenizaram a atitude. 

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas de internetEmpresas americanasFacebookRedes sociaisInternetempresas-de-tecnologiagestao-de-negociosVeículosEmpresas argentinasTransportesAviõesAerolíneas Argentinas

Mais de Negócios

Ela abriu uma empresa grávida para criar produtos para a filha — e agora mira R$ 200 milhões

'Esse negócio de produzir conteúdo não é comigo': a frase que pode custar muito caro ao empresário

Do alternativo ao executivo: como ele transformou R$ 40 em uma marca de granolas de R$ 120 milhões

Aos cinco anos, tequila cor de rosa passa os R$ 105 milhões e começa expansão fora do Brasil