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Trump sanciona lei que encerra a paralisação do governo dos EUA

Medida garante recursos até setembro, reabre serviços federais e adia decisão sobre Segurança Interna

 (Andrew Harnik/Getty Images)

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Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 3 de fevereiro de 2026 às 19h01.

Última atualização em 3 de fevereiro de 2026 às 19h14.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionou nesta terça-feira, 3, a lei que encerra a paralisação parcial do governo federal, que durou quatro dias. A promulgação ocorre após a aprovação do texto pelo Congresso e permite a retomada de serviços públicos considerados essenciais.

Isso representa "uma grande vitória para o povo americano", comemorou Trump na Casa Branca, ao sancionar o texto.

A nova lei autoriza recursos para cinco medidas de gastos e garante o funcionamento de áreas centrais do governo até 30 de setembro. Estão incluídos departamentos como Defesa, Estado e Transportes, além de órgãos com impacto direto nos mercados, como a Administração Federal de Aviação e a Receita Federal.

Apesar da sanção, o acordo adia a definição sobre o financiamento do Departamento de Segurança Interna. Os recursos para a área foram prorrogados apenas até 13 de fevereiro, mantendo em aberto um novo embate político sobre as operações do serviço de imigração.

A paralisação parcial já havia provocado atrasos na divulgação de indicadores econômicos. O relatório de empregos de janeiro e a pesquisa JOLTS, que mede a abertura de vagas no mercado de trabalho, tiveram a publicação postergada em razão da suspensão temporária das atividades.

A sanção ocorre após forte articulação da Casa Branca para superar resistências dentro do Partido Republicano. Parlamentares que condicionavam a votação a outras pautas acabaram recuando, permitindo a aprovação final do texto e o envio da proposta para assinatura presidencial.

Apesar do fim do impasse imediato, a disputa em torno do financiamento da Segurança Interna deve continuar no Congresso nas próximas semanas, com pressão por mudanças na condução das operações de imigração em troca da liberação definitiva de recursos.

*Com informações da AFP

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