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Trump elogia Petro e diz amar a Colômbia após reunião na Casa Branca

Presidente dos EUA chama encontro de 'grande honra' e presenteia colombiano com livro durante reunião em Washington

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu seu homólogo colombiano, Gustavo Petro, na Casa Branca nesta terça-feira  (Juan Cano/Presidência da Colombia/Divulgação)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu seu homólogo colombiano, Gustavo Petro, na Casa Branca nesta terça-feira (Juan Cano/Presidência da Colombia/Divulgação)

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 3 de fevereiro de 2026 às 19h13.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira, 3, ao presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que foi uma “grande honra” conhecê-lo e declarou amar o país sul-americano. A mensagem foi escrita em um cartão entregue como presente durante a reunião entre os dois na Casa Branca.

O cartão, com timbre oficial e acompanhado de uma foto dos dois sorridentes, foi publicado por Petro em sua conta no X. A dedicatória dizia: “Gustavo. Uma grande honra. Amo a Colômbia”.

O presidente colombiano também divulgou a imagem do livro Trump: A Arte da Negociação, autografado pelo presidente americano com a mensagem “Você é genial”. Na publicação, Petro afirmou não compreender completamente o inglês e questionou o significado da dedicatória.

O encontro durou mais de duas horas, ocorreu a portas fechadas e não teve acesso da imprensa. A recepção foi mais discreta do que a oferecida recentemente a outros líderes estrangeiros. Petro chegou em um veículo do Serviço Secreto dos Estados Unidos, com a bandeira da Colômbia, mas não foi recebido na entrada da Ala Oeste nem houve guarda de honra militar.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse em entrevista à Fox News que Trump entrou na reunião “com muito boa disposição”.

Esta foi a primeira reunião presencial entre Trump e Petro, que está na reta final de seu mandato, com o primeiro turno das eleições presidenciais colombianas marcado para 31 de maio. O narcotráfico esteve no centro das conversas, em meio a divergências entre Washington e Bogotá sobre o avanço da produção de cocaína no país.

*Com informações da EFE

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