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Trump diz que cancelou novos ataques à Venezuela

O presidente dos Estados Unidos afirmou que a libertação de um grande número de presos políticos pela Venezuela é um sinal de que o país busca reduzir tensões

US President Donald Trump speaks during a joint press conference with Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu (off frame) at Trump’s Mar-a-Lago residence in Palm Beach, Florida, on December 29, 2025. US President Donald Trump hosted Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu in Florida on December 29 for crucial talks on moving to the next stage of the fragile Gaza truce plan.
The two leaders also discussed Iran, with Trump saying that if Tehran rebuilt its nuclear facilities the United States would "knock them down." (Photo by Jim WATSON / AFP) (Jim WATSON /AFP)

US President Donald Trump speaks during a joint press conference with Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu (off frame) at Trump’s Mar-a-Lago residence in Palm Beach, Florida, on December 29, 2025. US President Donald Trump hosted Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu in Florida on December 29 for crucial talks on moving to the next stage of the fragile Gaza truce plan. The two leaders also discussed Iran, with Trump saying that if Tehran rebuilt its nuclear facilities the United States would "knock them down." (Photo by Jim WATSON / AFP) (Jim WATSON /AFP)

Publicado em 9 de janeiro de 2026 às 07h42.

O presidente americano, Donald Trump, disse nesta sexta-feira, 9, que cancelou uma segunda onda de ataques à Venezuela após o país libertar um “um grande número” de presos políticos.

"A Venezuela está libertando um grande número de presos políticos como sinal de que está ‘buscando a paz’ (...) por essa cooperação, cancelei a segunda onda de ataques prevista", escreveu o presidente em sua conta na rede Truth Social.

O presidente afirmou que grandes petroleiras vão investir "pelo menos US$ 100 bilhões" (R$ 538 bilhões) na Venezuela, e que se reunirá com essas empresas nesta sexta-feira, 9, na Casa Branca.

Na véspera, uma porta-voz da Casa Branca disse à EFE que a libertação dos presos políticos era um "exemplo de como o presidente [Donald Trump] está usando máxima influência para fazer o correto para o povo americano e o venezuelano".

Libertação de presos na Venezuela

Na quinta-feira, 8, Jorge Rodríguez, presidente do Parlamento venezuelano e chefe negociador do governo dirigido interinamente por Delcy Rodríguez, anunciou a libertação imediata de "um grande número de pessoas", que incluem venezuelanos e estrangeiros, que estavam presos no país.

O governo venezuelano, que não revelou o número exato das pessoas libertadas, classificou a medida como "gesto unilateral" para "consolidar a paz e a convivência pacífica" no país após a operação dos EUA que no último dia 3 capturou o então presidente Nicolás Maduro e o levou a Nova York para ser julgado por crimes relacionados a narcoterrorismo.

Após a operação, a Casa Branca determinou que, por enquanto, um governo interino liderado pela chavista Delcy Rodríguez, vice-presidente com Maduro e agora presidente interina, ficará à frente do país sob a estrita supervisão dos EUA.

*Com informações de AFP e EFE

 

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