Mundo

Sudaneses saem às ruas em apoio aos islamitas egípcios

Cerca de 600 pessoas se reuniram em frente ao palácio presidencial no centro da capital, em Cartum


	Bandeira do Sudão: durante a concentração, manifestantes cantaram palavras de ordem contra o atual regime do Cairo, como "(Abdel Fattah) Al Sisi assassino, agente dos EUA e Israel"
 (ASHRAF SHAZLY/Getty Images)

Bandeira do Sudão: durante a concentração, manifestantes cantaram palavras de ordem contra o atual regime do Cairo, como "(Abdel Fattah) Al Sisi assassino, agente dos EUA e Israel" (ASHRAF SHAZLY/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 16 de agosto de 2013 às 16h00.

Priorizar nos meus resultados Google

Cartum - Centenas de islamitas sudaneses se manifestaram nesta sexta-feira ao lado de alguns egípcios residentes em Cartum para expressar apoio aos partidários do presidente do Egito deposto Mohammed Mursi.

Cerca de 600 pessoas se reuniram em frente ao palácio presidencial no centro da capital, em resposta a uma convocação de islamitas sudaneses seguidores do governo de Cartum.

Durante a concentração, os manifestantes cantaram palavras de ordem contra o atual regime do Cairo, como "(Abdel Fattah) Al Sisi assassino, agente dos EUA e Israel", e pediram que o chefe do Exército egípcio seja julgado perante o Tribunal Penal Internacional.

Os participantes do protesto tentaram ir até a embaixada egípcia, no oeste da principal cidade sudanesa, mas as forças de segurança cercaram o edifício e impediram a chegada dos manifestantes.

Um protesto semelhante aconteceu hoje no centro de Amã, na Jordânia, onde centenas de jordanianos se reuniram na Grande Mesquita de Hussein para expressar apoio aos seguidores de Mursi, em uma manifestação convocada pelo braço local da Irmandade Muçulmana egípcia, a Frente de Ação Islâmica (FAI).

Acompanhe tudo sobre:ÁfricaEgitoSudãoIslamismoJordânia

Mais de Mundo

Favorita a suceder Guterres na ONU, Rebeca Grynspan tem votos de Rússia e China

Trump e Xi sinalizam aproximação em encontro na Casa Branca

Juiz manda Trump restabelecer acesso de CNN, MS NOW e Politico à Casa Branca

Cuba perde uma geração: país pode ter perdido até 25% da população em cinco anos