Mundo

Secretário de Estado dos EUA visitará França nesta semana

Kerry rebateu críticas pelo fato de os Estados Unidos não terem sido representados por uma autoridade mais sênior na marcha de domingo em Paris

John Kerry, secretário de Estado americano, chega em Munique (Rick Wilking/AFP)

John Kerry, secretário de Estado americano, chega em Munique (Rick Wilking/AFP)

DR

Da Redação

Publicado em 12 de janeiro de 2015 às 07h53.

Gandhinagar - O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, disse nesta segunda-feira que viajará a Paris nesta semana para expressar solidariedade com as vítimas do ataque de militantes islâmicos contra um jornal semanal de sátiras.

Em viagem à Índia, Kerry rebateu críticas pelo fato de os Estados Unidos não terem sido representados por uma autoridade mais sênior na marcha de domingo na capital francesa que reuniu diversos líderes mundiais.

Ele disse que viajará na quinta-feira e estará em Paris em parte da sexta-feira. Dezessete pessoas, incluindo jornalistas e policiais, foram mortas em três dias de violência na semana passada iniciada com o ataque contra o semanário Charlie Hebdo.

"Nenhum ato de terror... jamais impedirá aqueles que estão comprometidos com a marcha da liberdade", disse Kerry a jornalistas.

Compareceram à marcha de Paris a principal diplomata dos EUA para a Europa, secretária-assistente de Estado Victoria Nuland, e o embaixador norte-americano na França.

Segundo Kerry, as relações dos EUA com a França, não se resumem a um dia ou um momento particular.

"É uma relação de longo prazo que é profundamente baseada em valores compartilhados, particularmente o compromisso que compartilhamos sobre a liberdade de expressão", disse Kerry.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosEstados Unidos (EUA)EuropaFrançaMetrópoles globaisParis (França)

Mais de Mundo

Vibra aposta na América Central para acelerar expansão internacional da Lubrax

Com negociações travadas, Trump ameaça Omã e endurece pressão sobre Irã

A economia das secas: falta de água afeta indústria europeia e pode custar 180 bi de euros

EUA e Irã: fim do prazo de negociação eleva ameaça no Estreito de Ormuz; entenda