Sarkozy e Hollande intensificam campanha a seis dias do segundo turno

Na quarta-feira (2) está marcado o último debate, antes das eleições de domingo

Brasília – A uma semana do segundo turno das eleições presidenciais da França, marcado para domingo (6), os candidatos intensificam suas campanhas e miram os discursos nos indecisos. O presidente da França, Nicolas Sarkozy, que tenta a reeleição, destaca o “orgulho de ser francês”, enquanto seu adversário François Hollande, com a vantagem de ter saído na frente no primeiro turno, discursa em tom de vitória e exaltando os valores do país.

Ontem (29), o dia foi de comícios. Sarkozy reuniu simpatizantes em Toulouse, já Hollande promoveu um ato público no estádio de Bercy, em Paris. Com um discurso voltado para o nacionalismo, Sarkozy citou as dificuldades causadas pela imigração e destacou a identidade nacional francesa, celebrando a nação e suas fronteiras.

“[Peço] que se orgulhem de serem franceses”, disse Sarkozy, que acrescentou ainda recusar-se a ver a França a “se diluir na globalização”. Ele aproveitou ainda para reagir às críticas daqueles que o condenam pela aproximação com a extrema direita. Segundo o presidente, essas pessoas são “stalinistas do século 21”. O próximo comício dele será amanhã (1º) em comemoração ao Dia do Trabalho, em Paris.

Em um estádio lotado, na capital francesa, Hollande reiterou temas tradicionalmente mencionados pelos integrantes do Partido Socialista – união, República, laicidade (sem vínculos religiosos), educação e juventude. De forma bem-humorada, Hollande criticou Sarkozy e disse que ele estava “brincando com fogo” ao “tentar colocar a imigração e os estrangeiros no coração desta campanha”.

Na quarta-feira (2) está marcado o último debate, antes das eleições de domingo, entre Hollande e Sarkozy . Pesquisa, divulgada ontem, indica que a distância entre os candidatos diminuiu dois pontos percentuais, mas a vantagem de Hollande permanece. Conforme o Instituto de Pesquias LH2, o socialista deve vencer no segundo turno com 54% dos votos contra 46% do atual presidente conservador.

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