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Rússia volta a pedir aos EUA libertação de Nicolás Maduro e de sua esposa

Diplomacia russa cobra soltura do presidente venezuelano e de Cilia Flores e reafirma apoio às autoridades da Venezuela

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 2 de fevereiro de 2026 às 19h42.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia voltou a pedir nesta segunda-feira, 2, que os Estados Unidos libertem o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, capturados por forças americanas em 3 de janeiro, em Caracas.

“Instamos mais uma vez os líderes americanos a libertar o chefe de Estado venezuelano legitimamente eleito e sua esposa”, afirmou a chancelaria russa em comunicado citado pela agência estatal TASS.

Segundo Moscou, o pedido reafirma o “apoio incondicional às autoridades constitucionais da Venezuela” na defesa da soberania estatal e dos interesses nacionais. A diplomacia russa sustenta que deve ser garantido ao país sul-americano “o direito de determinar seu próprio destino”.

No comunicado, o ministério também afirmou celebrar a determinação do governo bolivariano em “garantir a unidade política interna, mitigar os riscos de uma crise constitucional e criar as condições necessárias para um maior desenvolvimento pacífico e estável”.

A Rússia reafirmou ainda seu “apoio inabalável” à Venezuela e a intenção de manter uma cooperação estreita entre os dois países.

Na semana passada, o Partido Comunista russo anunciou a criação de um comitê para lutar pela libertação de Maduro, que se declara inocente perante a Justiça americana em Nova York, onde é acusado de narcotráfico.

Apesar das críticas do Ministério das Relações Exteriores às ações dos Estados Unidos, o presidente russo, Vladimir Putin, evitou condenar publicamente a atuação americana.

*Com informações da EFE

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