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Romney classifica reforma da saúde de Obama de catástrofe

Romney é criticado por ter aprovado uma lei de cobertura de saúde que se parece com a de Obama

Romney: "é uma catástrofe que se expande na economia americana, um dispositivo de custo exorbitante e uma nova ingerência espetacular em nossas vidas" (Nicholas Kamm/AFP)

Romney: "é uma catástrofe que se expande na economia americana, um dispositivo de custo exorbitante e uma nova ingerência espetacular em nossas vidas" (Nicholas Kamm/AFP)

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Da Redação

Publicado em 23 de março de 2012 às 13h31.

Washington - O pré-candidato republicano à eleição presidencial americana Mitt Romney classificou nesta sexta-feira a reforma de saúde de Barack Obama de catástrofe para a economia.

A lei de cobertura de saúde foi aprovada exatamente há dois anos e a Suprema Corte examinará na próxima semana a constitucionalidade da mesma.

"É uma catástrofe que se expande na economia americana, um dispositivo de custo exorbitante e uma nova ingerência espetacular em nossas vidas", considerou Romney em uma coluna de opinião publicada nesta sexta-feira no jornal USA Today.

Romney - criticado frequentemente por ter aprovado uma lei de cobertura de saúde que se parece com a de Obama quando era governador de Massachusetts - reafirmou que revogaria a reforma do presidente se chegasse à Casa Branca em janeiro de 2013.

Segundo ele, a reforma de Obama não respeitou a tradição federalista dos Estados Unidos, que permite aos estados escolher direções diferentes. E afirma que ter ignorado este princípio é um dos fracassos mais evidentes da reforma.

"Cada estado deveria estar autorizado a colocar em vigor sua própria solução, em vez de Washington a ditar", escreveu.

"Abolir o 'Obamacare' só representa a metade da batalha. É igualmente importante saber com o que vamos substituir", acrescenta o pré-candidato republicano em sua coluna. "Em vez de novos impostos massivos, bilhões de dólares em novos gastos e decretos burocráticos, devemos limitar o controle de Washington e estimular a concorrência, a flexibilidade e a escolha dos consumidores", acrescentou.

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