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Netanyahu prevê outros países reconhecendo Jerusalém como capital

Premiê afirmou que Trump "entrou para sempre" para a história de Jerusalém ao reconhecer ontem a cidade como capital israelense

Benjamin Netanyahu durante reunião em Jerusalém (Gali Tibbon/Divulgação/Reuters)

Benjamin Netanyahu durante reunião em Jerusalém (Gali Tibbon/Divulgação/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 7 de dezembro de 2017 às 09h16.

Última atualização em 7 de dezembro de 2017 às 09h17.

Tel-Aviv - O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou nesta quinta-feira que o presidente dos EUA, Donald Trump, "entrou para sempre" para a história de Jerusalém ao reconhecer ontem a cidade como capital israelense.

Segundo Netanyahu, que falou no Ministério de Relações Exteriores, outros países estão considerando seguir a iniciativa dos EUA de reconhecer Jerusalém.

Netanyahu afirmou que "chegou a hora" e demonstrou confiança de que mais governos farão como Washington e transferirão suas embaixadas para Jerusalém.

Enquanto isso, militares israelenses disseram que vão deslocar forças adicionais para a Cisjordânia antes desta sexta, quando palestinos deverão realizar protestos em massa em resposta ao gesto de Trump.

Palestinos entraram em greve na Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental nesta quinta e esperam-se protestos amanhã, após as tradicionais preces de meio-dia. Fonte: Associated Press.

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