Mundo

Mudanças internas alteram governo de S.Tomé e Príncipe

O presidente Manuel Pinto da Costa nomeou hoje (19) Carlos Pires Gomes, que era o primeiro-ministro, novo titular da área de Saúde e Assuntos Sociais


	O presidente de São Tomé e Príncipe, Manuel Pinto da Costa: São Tomé e Príncipe e o Brasil têm em comum, além da língua, a origem histórica com a colonização portuguesa
 (Kenneth E. Noyes./ Getty Images)

O presidente de São Tomé e Príncipe, Manuel Pinto da Costa: São Tomé e Príncipe e o Brasil têm em comum, além da língua, a origem histórica com a colonização portuguesa (Kenneth E. Noyes./ Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 19 de outubro de 2012 às 13h33.

Brasília - Em São Tomé e Príncipe (na África), o governo faz uma série de reformas internas. O presidente Manuel Pinto da Costa nomeou hoje (19) Carlos Pires Gomes, que era o primeiro-ministro, novo titular da área de Saúde e Assuntos Sociais. Gomes substitui Ângela Pinheiro, que pediu demissão há um mês alegando “razões pessoais”.

Gomes foi primeiro-ministro, ministro da Comunicação Social, do Trabalho, Emprego, da Solidariedade e Família. Com a saída de Ângela Pinheiro, o atual governo de São Tomé e Príncipe fica sem representantes mulheres no primeiro escalão.

São Tomé e Príncipe e o Brasil têm em comum, além da língua, a origem histórica com a colonização portuguesa e, atualmente, uma série de parcerias nas áreas social, agrícola e internacional.

Independente desde 1975, o país é formado por várias ilhas, porém as duas que dão os nomes à nação são as maiores. São Tomé e Príncipe tem cerca de 190 mil habitantes, que moram principalmente nas duas maiores ilhas. A economia baseia-se na pesca.

*Com informações da agência pública de notícias de São Tomé e Príncipe, STP-Press

Acompanhe tudo sobre:PolíticaÁfricaGoverno

Mais de Mundo

Nova Délhi busca "corredor seguro" para importar petróleo bruto venezuelano

Justiça de Minnesota mantém agentes federais do ICE nas ruas sob protestos nacionais

Juíza rejeita pedido para suspender operação migratória de Trump em Minnesota

Japão fica sem pandas pela primeira vez em mais de 50 anos