Mundo

Morre liberiano que tomou droga experimental contra ebola

O doutor Abraham Borbor havia recebido o medicamento, conhecido como ZMapp, depois de a mesma droga ter sido administrada a dois norte-americanos


	Ebola: vírus já matou mais de 1,4 mil pessoas na Libéria, Guiné, Serra Leoa e Nigéria
 (2Tango/Reuters)

Ebola: vírus já matou mais de 1,4 mil pessoas na Libéria, Guiné, Serra Leoa e Nigéria (2Tango/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 25 de agosto de 2014 às 15h13.

Monróvia - Um médico liberiano infectado com ebola, que estava entre três africanos que receberam uma droga experimental para a doença, morreu neste domingo, 24, segundo o Ministério de Informações do país.

O doutor Abraham Borbor, vice-chefe médico do maior hospital da Libéria, havia recebido o medicamento, conhecido como ZMapp, depois de a mesma droga ter sido administrada a dois norte-americanos.

Após receberem tratamento médico nos EUA, os norte-americanos sobreviveram ao vírus que vem causando a morte de mais de metade de suas vítimas.

Um missionário espanhol infectado com a doença também recebeu o remédio, mas acabou morrendo.

Não há informações atualizadas sobre dois outros liberianos que tomaram as últimas doses disponíveis de ZMapp.

O ebola já matou mais de 1,4 mil pessoas na Libéria, Guiné, Serra Leoa e Nigéria, todos países da África Ocidental.

Um surto separado da doença eclodiu no Congo no fim de semana, mas especialistas dizem não ter relação com a epidemia do oeste africano.

Fonte: Associated Press.

Acompanhe tudo sobre:SaúdeMortesDoençasLibériaEpidemiasEbola

Mais de Mundo

Argentina aprova lei que reduz maioridade penal para 14 anos

Trump ordena que agências americanas abandonem Anthropic após divergências com Pentágono

Trump diz que 'adoraria não' atacar o Irã, mas faz ressalva: 'pode ser necessário'

Trump diz que avalia uma 'aquisição amigável' de Cuba: 'Poderíamos fazer algo bom'