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Mísseis do Estado Islâmico deixam 5 mortos e 25 feridos em Damasco

O Observatório Sírio de Direitos Humanos confirmou a morte de cinco pessoas e afirmou que o EI disparou os mísseis das áreas dominadas pelos jihadistas

Guerra na Síria: em seis dias de conflito entre o regime sírio e o EI em Damasco, cerca de 119 pessoas morreram (Alaa Al-Faqir / Reuters/Reuters)

Guerra na Síria: em seis dias de conflito entre o regime sírio e o EI em Damasco, cerca de 119 pessoas morreram (Alaa Al-Faqir / Reuters/Reuters)

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EFE

Publicado em 24 de abril de 2018 às 14h41.

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Beirute - Cinco pessoas morreram e 25 ficaram feridas nesta terça-feira devido ao disparo de mísseis do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) contra uma região de Damasco, informaram a televisão oficial síria e ativistas.

A emissora, que citou uma fonte da polícia da capital, afirmou que "organizações terroristas" abriram fogo contra a área de Nahar Aisha, onde as vítimas foram localizadas. A agência de notícias estatal, "SANA", acrescentou que os projéteis foram lançados do sul de Damasco.

O Observatório Sírio de Direitos Humanos confirmou que cinco pessoas morreram e 17 ficaram feridas, e detalhou que o EI disparou os mísseis das áreas dominadas pelos jihadistas no sul da cidade.

Há cinco dias, o exército sírio e aliados desenvolvem uma operação militar nos bairros do sul de Damasco dominados pelo EI e outros grupos, entre eles o ex-braço sírio da Al Qaeda.

De acordo com a apuração publicada nesta terça-feira pelo Observatório, pelo menos 119 pessoas perderam a vida em seis dias de operação militar: 12 civis, 35 integrantes do EI, nove da Organização pela Libertação do Levante - aliança do antigo braço da Al Qaeda -, e 63 soldados do governo, tanto sírios como estrangeiros.

Anteriormente, essa fonte destacou que havia combates intensos entre EI e as forças leais ao presidente sírio, Bashar al Assad, nos arredores do campo de refugiados palestinos de Al Yarmouk, assim como nos distritos adjacentes da Al Tadamun, Al Hayar al Asuad e Al Qadam.

As autoridades bombardearam e lançaram projéteis de artilharia contra posições dos adversários. Também há confrontos entre a Organização pela Libertação do Levante e as forças governamentais na seção norte do campo de Al Yarmuk. Dois terços dessa zona estão em poder do EI e da Organização pela Libertação do Levante.

 

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