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Janot quer renovar mandato de procurador-geral da República

Janot precisará ficar entre os três candidatos mais votados, ser indicado pela Presidência da República e passar por aprovação do Senado

Se for indicado, Janot deverá enfrentar um clima hostil no Senado, cujo presidente, Renan Calheiros, um dos investigados pela Operação Lava Jato, tem tecido críticas contra ele (Fellipe Sampaio/SCO/STF/Fotos Públicas)
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Da Redação

Publicado em 15 de junho de 2015 às 15h16.

Brasília - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou nesta segunda-feira, 15, seu nome ao processo que pode levá-lo a chefiar o Ministério Público Federal (MPF) por mais dois anos. Para que seja reconduzido ao cargo, ele precisa estar entre os três candidatos mais votados, ser indicado pela Presidência da República e passar por aprovação do Senado.

Janot é o segundo candidato a se inscrever ao processo que escolherá quem será o procurador-geral pelos próximos dois anos a partir de setembro, quando se encerra o primeiro mandato de dois anos do atual titular.

Além de Janot, o procurador Carlos Frederico Santos também já se inscreveu no processo. Ele foi, aliás, o primeiro a se candidatar. O prazo para inscrições termina às 18 horas desta segunda-feira, 15.

Os candidatos permanecerão em campanha e serão submetidos a uma votação no dia 5 de agosto pelos membros do Ministério Público Federal.

Os nomes dos três mais bem votados serão apresentados pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), que conduz o processo de escolha interna, à presidente da República, Dilma Rousseff. A presidente escolhe então um dos três nomes. Embora não seja obrigatório, tem sido praxe dos últimos presidentes indicar o nome mais bem votado para ocupar o cargo de procurador-geral.

Para assumir o cargo, o indicado precisa antes passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e por aprovação no Plenário da Casa.

Se for indicado, Janot deverá enfrentar clima hostil no Senado. O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), um dos investigados pela Operação Lava Jato, tem tecido críticas ao pedido de apuração, no qual foi incluído, feito por Janot ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Além dele, o senador Fernando Collor (PTB-AL), também investigado no escândalo, entrou com representações no Senado tentando impedir a recondução do procurador-geral ao caso.

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Brasília - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou nesta segunda-feira, 15, seu nome ao processo que pode levá-lo a chefiar o Ministério Público Federal (MPF) por mais dois anos. Para que seja reconduzido ao cargo, ele precisa estar entre os três candidatos mais votados, ser indicado pela Presidência da República e passar por aprovação do Senado.

Janot é o segundo candidato a se inscrever ao processo que escolherá quem será o procurador-geral pelos próximos dois anos a partir de setembro, quando se encerra o primeiro mandato de dois anos do atual titular.

Além de Janot, o procurador Carlos Frederico Santos também já se inscreveu no processo. Ele foi, aliás, o primeiro a se candidatar. O prazo para inscrições termina às 18 horas desta segunda-feira, 15.

Os candidatos permanecerão em campanha e serão submetidos a uma votação no dia 5 de agosto pelos membros do Ministério Público Federal.

Os nomes dos três mais bem votados serão apresentados pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), que conduz o processo de escolha interna, à presidente da República, Dilma Rousseff. A presidente escolhe então um dos três nomes. Embora não seja obrigatório, tem sido praxe dos últimos presidentes indicar o nome mais bem votado para ocupar o cargo de procurador-geral.

Para assumir o cargo, o indicado precisa antes passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e por aprovação no Plenário da Casa.

Se for indicado, Janot deverá enfrentar clima hostil no Senado. O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), um dos investigados pela Operação Lava Jato, tem tecido críticas ao pedido de apuração, no qual foi incluído, feito por Janot ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Além dele, o senador Fernando Collor (PTB-AL), também investigado no escândalo, entrou com representações no Senado tentando impedir a recondução do procurador-geral ao caso.

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