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Israel comemora a saída dos Estados Unidos da Unesco

Os EUA anunciaram que sairão do órgão da ONU para a educação e apontaram como motivo uma suposta "tendência anti-Israel"

Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu: Para Israel, resoluções da Unesco contra o país têm consequência (Ronen Zvulun/Reuters)

Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu: Para Israel, resoluções da Unesco contra o país têm consequência (Ronen Zvulun/Reuters)

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EFE

Publicado em 12 de outubro de 2017 às 14h19.

Nações Unidas - O governo israelense comemorou nesta quinta-feira (12) a saída dos Estados Unidos da Unesco e afirmou que a decisão mostra que "a discriminação contra Israel" tem um preço.

"A decisão de hoje é um ponto de inflexão para a Unesco. As absurdas e vergonhosas resoluções da organização contra Israel têm consequências", declarou em comunicado o embaixador israelense para a ONU, Danny Danon.

Os EUA anunciaram que sairão da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e apontaram como motivos a necessidade de uma reforma na entidade e uma suposta "tendência anti-Israel".

Segundo as autoridades israelenses, a Unesco se transformou "em um campo de batalha" contra o país e "ignora seu verdadeiro papel e propósito".

Durante os últimos anos, a organização aprovou várias resoluções muito criticadas por Israel, como textos que omitem a vinculação judia à denominada Esplanada das Mesquitas de Jerusalém.

Desde a chegada de Donald Trump à Casa Branca, os EUA se alinharam claramente com Israel nas Nações Unidas, denunciando repetidamente a suposta parcialidade contra o país aliado dentro da organização.

"Os Estados Unidos respaldam Israel e são um verdadeiro líder para a mudança na ONU. A aliança entre os nossos dois países está mais forte que nunca", declarou Danon nesta quinta-feira.

 

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