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Greve no metrô de Lisboa paralisa serviço totalmente

Uma nova jornada de greve no metrô de Lisboa paralisou totalmente o serviço na capital lusa, com uma aceitação de 100%

Aviso informa o fechamento do metrô de Lisboa: greve foi convocada com o objetivo de protestar pelo interesse do Governo em privatizar a companhia que administra serviço (Getty Images)

Aviso informa o fechamento do metrô de Lisboa: greve foi convocada com o objetivo de protestar pelo interesse do Governo em privatizar a companhia que administra serviço (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 31 de outubro de 2013 às 08h57.

Lisboa - Uma nova jornada de greve no metrô de Lisboa paralisou nesta quinta-feira totalmente o serviço na capital lusa, com uma aceitação de 100%, segundo os dados facilitados por sindicatos do setor.

A ausência dos comboios dificultou o tráfego na cidade e levou a empresa pública de ônibus a reforçar algumas linhas para evitar aglomerações nas paradas, que mesmo assim acolherem hoje um maior número de pessoas do que o habitual.

A greve do metrô de Lisboa foi convocada pelos sindicatos com o objetivo de protestar pelo interesse do Governo conservador luso em privatizar a companhia que administra o serviço e pelos cortes salariais e das pensões aprovados pelo Governo para o setor público.

A administração do metropolitano informou em comunicado que reativará a circulação durante o dia de hoje porque não haverá serviços mínimos, e que está previsto recuperar a normalidade a partir das 06h30 da sexta-feira.

De fato, as estações de metrô repartidas pela capital portuguesa permanecerão fechadas durante toda a jornada.

A greve de hoje é a segunda em que os trabalhadores do metrô de Lisboa acodem maciçamente à paralisação e conseguem que 100% do serviço pare.

A greve convocada se inscreve dentro de um programa de mobilizações organizado pelos sindicatos do setor dos transportes públicos que começou em 25 de outubro e terminará em 9 de novembro com uma manifestação na capital.

Correios de Portugal (CTT), o metrô e as companhias de transporte fluvial que conectam Lisboa com a margem sul do rio Tejo pararam durante estes dias como medida de pressão.

O metrô, que conta com quatro linhas e mais de meio centena de estações, transporta diariamente cerca de 450 mil pessoas, segundo dados da companhia.

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