Furacão Sandy deixa mortes no Haiti e em Cuba

O governo haitiano desembolsará US$ 5 milhões dentro das próximas 48 horas para fazer frente às emergências

Porto Príncipe –  Nove pessoas morreram em várias regiões do Haiti em consequência dos efeitos do furacão Sandy, informou nesta quinta-feira o primeiro-ministro haitiano, Laurent Lamothe.

Trata-se de um balanço provisório, e o recolhimento dos dados continua a cargo das autoridades correspondentes, acrescentou o chefe do Gabinete haitiano.

Por enquanto, a imprensa local informa que uma pessoa morreu na cidade de Camp-Perrin, outra em Coteaux e uma mais em Torbeck, todas no sul do país, enquanto outras três faleceram em Petit-Goave, no oeste haitiano. Essas três novas vítimas se somam ao balanço de três mortos que foi divulgado anteriormente.

Lamothe anunciou que o Governo haitiano desembolsará US$ 5 milhões dentro das próximas 48 horas para fazer frente às emergências causadas pelas chuvas e inundações de Sandy.


O primeiro-ministro afirmou que as intervenções urgentes devem cobrir a ‘resposta imediata’ durante os dois próximos dias, as despesas com estruturas que representam o Poder Executivo nos departamentos afetados e o ‘apoio aos povoados atingidos’.

Esta operação se refere especialmente aos departamentos de Oeste, Sul, Sudeste, Nippes e Grand Anse, e levará assistência a 219 mil famílias.

A Defesa Civil, por sua vez, informou que 1.372 casas foram destruídas no sul do país, especialmente perto do litoral, enquanto 5.665 pessoas se encontram em abrigos provisórios. 

Cuba informou nesta quinta-feira que 11 pessoas morreram – entre elas um bebê de quatro meses – como consequência da passagem do furacão ‘Sandy’, a maioria dos casos devido a quedas de árvores.

No final da jornada desta quinta-feira, a Defesa Civil divulgou uma nota indicando que nove dos falecidos viviam na província de Santiago de Cuba e dois em Guantánamo.

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