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Funcionário da ONU é condenado em Israel por ajudar Hamas

Com a pena imposta hoje praticamente cumprida, este palestino de 38 anos sairá previsivelmente da prisão ainda neste mês de janeiro

Israel: Brosh foi acusado em princípio por Israel de pertencer ao Hamas, alegações rejeitadas pela organização islamita (Thomas Coex/AFP/AFP)

Israel: Brosh foi acusado em princípio por Israel de pertencer ao Hamas, alegações rejeitadas pela organização islamita (Thomas Coex/AFP/AFP)

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EFE

Publicado em 4 de janeiro de 2017 às 19h23.

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Jerusalém - Um tribunal israelense condenou nesta quarta-feira a sete meses de prisão um funcionário da ONU por ajudar o movimento islamita Hamas da Faixa de Gaza, após alcançar um acordo com a procuradoria, confirmou à Agência Efe um porta-voz da corte.

Wahib Borsh, empregado como engenheiro no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), foi detido em 3 de julho do ano passado e acusado de utilizar sua posição para proporcionar assistência material a membros do Hamas.

Com a pena imposta hoje praticamente cumprida, este palestino de 38 anos sairá previsivelmente da prisão ainda neste mês de janeiro, informaram fontes judiciais.

A sentença foi emitida pela corte de Be'er Sheva, no sul do país, após alcançar-se um acordo entre as partes.

Brosh foi acusado em princípio por Israel de pertencer ao Hamas, alegações rejeitadas pela organização islamita que governa o enclave litorâneo desde 2007.

Segundo a Agência de Segurança Israelense, durante sua detenção o acusado reconheceu que havia realizado atividades utilizando recursos do Pnud que ajudaram o movimento islamita.

O caso de Borsh aconteceu pouco depois que Mohammed al Halabi, empregado palestino da organização internacional World Vision, foi indiciado por acusações similares, o que gerou duras críticas de funcionários israelenses contra grupos humanitários.

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