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França ajudará rebeldes sírios se EUA não atacarem

França vai reforçar a ajuda à oposição síria se o Congresso dos Estados Unidos votar contra um ataque militar para punir o presidente da Síria


	François Hollande: presidente francês afirmou que ainda espera a formação de uma ampla aliança internacional contra Assad, formada por países europeus e árabes, e, idealmente, os Estados Unidos
 (Kenzo Tribouillard/Pool/Reuters)

François Hollande: presidente francês afirmou que ainda espera a formação de uma ampla aliança internacional contra Assad, formada por países europeus e árabes, e, idealmente, os Estados Unidos (Kenzo Tribouillard/Pool/Reuters)

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Da Redação

Publicado em 3 de setembro de 2013 às 15h58.

Paris - A França vai reforçar a ajuda à oposição síria se o Congresso dos Estados Unidos votar contra um ataque militar para punir o presidente da Síria, Bashar al-Assad, pela realização de um ataque químico, afirmou o presidente francês, François Hollande, nesta terça-feira.

Hollande tem sido uma das principais vozes internacionais a favor de uma ação militar contra a Síria em resposta ao ataque químico, que ele e Washington dizem ter matado milhares de pessoas em Damasco em 21 de agosto.

Mas o presidente francês foi deixado em situação difícil depois que o Parlamento da Grã-Bretanha decidiu rejeitar uma ação militar e após o presidente dos EUA, Barack Obama, ter dito que iria buscar a aprovação do Congresso antes de qualquer ataque.

"Se a decisão (do Congresso dos EUA) não for positiva, então nós não agiremos sozinhos, mas gostaríamos de assumir as nossas responsabilidades, apoiando a oposição síria de forma a dar uma resposta", disse.

Hollande afirmou que ainda espera a formação de uma ampla aliança internacional contra Assad, formada por países europeus e árabes, e, idealmente, os Estados Unidos.

"Estou esperando a resposta (dos Estados Unidos), pois isso terá consequências para a coalizão que nós teremos de criar", disse ele a jornalistas.

Chanceleres da Rússia, Estados Unidos, França, China, Turquia e outros países vão se reunir em separado durante a reunião de cúpula do G20 em São Petersburgo, na Rússia, em 5 e 6 de setembro, para discutir a Síria, de acordo com diplomatas.

Antes, chanceleres europeus e o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, se encontrarão informalmente na capital da Lituânia, Vilnius.

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