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EUA e Japão prometem apoio unido à Coreia do Sul

Coreia do Norte rompeu suas relações com a Coreia do Sul, para protestar contra a acusação de Seul sobre o ataque à corveta "Cheonan"

Secretário americano de Defesa, Gates, recebe Kitazawa no Pentágono (.)

Secretário americano de Defesa, Gates, recebe Kitazawa no Pentágono (.)

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Da Redação

26 de maio de 2010, 09h45

Washington - Autoridades de Estados Unidos e Japão prometeram nesta terça-feira dar um "apoio unido" à Coreia do Sul na crise provocada pelo ataque a uma corveta sul-coreana por parte da Coreia do Norte, informou o Pentágono.

O secretário americano de Defesa, Robert Gates, e seu homólogo japonês, Toshimi Kitazawa, "prometeram um apoio unido à República da Coreia", após reuniões em Washington, revelou o porta-voz do Pentágono, Geoff Morrell.

Os encarregados de Defesa de EUA e Japão têm prevista uma reunião com seu homólogo sul-coreano em junho, disse o porta-voz.

Coreia do Norte anunciou hoje o rompimento de suas relações com a Coreia do Sul, para protestar contra a acusação de Seul sobre o ataque à corveta "Cheonan", que explodiu e afundou matando 46 marinheiros.

Pyongyang nega o ataque e questiona as conclusões da comissão internacional que investigou o caso.

Os norte-coreanos também expulsaram todo o pessoal sul-coreano que trabalha no complexo industrial de Kaesong, ao norte da linha que separa os dois países, que é financiado por Seul.

Na sexta passada, uma comissão investigadora internacional concluiu que a corveta "Cheonan" foi torpedeada diante da ilha de Baengnyeong, por um submarino norte-coreano, no dia 26 de março.