Dilma anuncia redução de encargos para baratear energia
Presidente trouxe a informação que deve ser anunciada na próxima semana, para diminuir os encargos setoriais que oneram o setor
Da Redação
Publicado em 30 de agosto de 2012 às 14h20.
Brasília - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira, em discurso durante a 39ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o Conselhão, que o pacote de medidas que vão reduzir o custo da energia elétrica será anunciado na semana que vem. A redução do custo, segundo ela, se dará por meio da diminuição dos encargos setoriais que oneram a energia.
"Essa redução de custo é a única forma que temos para enfrentar as décadas que virão", afirmou. "Iremos fazer um conjunto de medidas para reduzir o custo da energia baseado na reversão das concessões depois de vencido o prazo."
Dilma disse que o país precisa ter mais eficiência no que diz respeito à logística, energia e tributação para dar competitividade à economia. "Ninguém muda a estrutura tributária de um país de um dia para outro", afirmou.
"A questão do fim da guerra dos portos é algo fundamental", acrescentou. "Temos que tornar racional o custo da tributação. Ele não pode impedir o investimento."
Brasília - A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira, em discurso durante a 39ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o Conselhão, que o pacote de medidas que vão reduzir o custo da energia elétrica será anunciado na semana que vem. A redução do custo, segundo ela, se dará por meio da diminuição dos encargos setoriais que oneram a energia.
"Essa redução de custo é a única forma que temos para enfrentar as décadas que virão", afirmou. "Iremos fazer um conjunto de medidas para reduzir o custo da energia baseado na reversão das concessões depois de vencido o prazo."
Dilma disse que o país precisa ter mais eficiência no que diz respeito à logística, energia e tributação para dar competitividade à economia. "Ninguém muda a estrutura tributária de um país de um dia para outro", afirmou.
"A questão do fim da guerra dos portos é algo fundamental", acrescentou. "Temos que tornar racional o custo da tributação. Ele não pode impedir o investimento."