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Confiança empresarial segue em alta na Alemanha

Levantamento de maio foi o primeiro a incorporar a nova metodologia do IFO, que usa 2005 como ano-base, em vez de 2000. Dados superaram expectativas de analistas

O índice de sentimento das empresas medido pelo instituto IFO ficou em 114,2 em maio, a mesma leitura de abril (Wikimedia Commons)

O índice de sentimento das empresas medido pelo instituto IFO ficou em 114,2 em maio, a mesma leitura de abril (Wikimedia Commons)

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Da Redação

Publicado em 24 de maio de 2011 às 10h01.

Frankfurt - A confiança das empresas da Alemanha ficou estável em maio, perto da máxima recorde atingida em fevereiro, superando as estimativas dos analistas e mantendo a pressão para que o Banco Central Europeu (BCE) volte a elevar as taxas básicas de juros. O índice de sentimento das empresas medido pelo instituto IFO ficou em 114,2 em maio, a mesma leitura de abril. Analistas previam um resultado de 113,7. A medida havia atingido o recorde de 115,4 em fevereiro, após nove meses de aumentos sucessivos.

O subíndice de condições atuais atingiu uma nova máxima recorde de 121,4 em maio, ante 121,0 em abril. Mas o subíndice que reflete a expectativa dos participantes da pesquisa para os próximos seis meses caiu de 107,7 para 107,4 no período.

Os dados de maio foram os primeiros a incorporar a nova metodologia do IFO, que usa 2005 como ano-base, em vez de 2000, e muda a forma como os setores da economia são classificados. As alterações têm implicações no valor histórico dos índices.

PIB

O escritório federal de estatísticas da Alemanha, o Destatis, confirmou seu cálculo original de crescimento de 1,5% no Produto Interno Bruto (PIB) do país no primeiro trimestre deste ano, em comparação com o quarto trimestre de 2010. A expansão de 4,9% em relação ao primeiro trimestre do ano passado em termos ajustados pela inflação também foi confirmada.

O Destatis reiterou que o inverno intenso nos três últimos meses de 2010 prejudicou o desempenho da economia alemã naquele período, que cresceu apenas 0,4%. Isso acabou dando impulso para o crescimento registrado no primeiro trimestre deste ano. As informações são da Dow Jones.

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