Mundo

CEOs dos EUA pedem mais acesso a recursos energéticos

A associação Business Roundtable pediu que o Congresso e a administração Obama aumentem o acesso a áreas federais para a produção de petróleo, gás natural e carvão


	Petróleo: o grupo também pediu a aprovação "rápida" do oleoduto da TransCanada e da Keystone XL, que ligaria poços de petróleo betuminoso de Alberta, no Canadá, com refinarias e portos no Texas.
 (REUTERS/Atef Hassan)

Petróleo: o grupo também pediu a aprovação "rápida" do oleoduto da TransCanada e da Keystone XL, que ligaria poços de petróleo betuminoso de Alberta, no Canadá, com refinarias e portos no Texas. (REUTERS/Atef Hassan)

DR

Da Redação

Publicado em 25 de fevereiro de 2013 às 15h07.

Washington - Os Estados Unidos deveriam adotar políticas "abrangentes" que deixem o país mais perto da autossuficiência energética, incluindo maior acesso a áreas promissoras para a produção e menos regulamentação, disse nesta segunda-feira a associação Business Roundtable, que reúne presidentes de grandes empresas norte-americanas.

Entre outras coisas, a entidade pediu que o Congresso e a administração Obama aumentem o acesso a áreas federais no continente e no mar para a produção de petróleo, gás natural e carvão.

O grupo também pediu a aprovação "rápida" do oleoduto da TransCanada e da Keystone XL, que ligaria poços de petróleo betuminoso de Alberta, no Canadá, com refinarias e portos no Texas.

Os presidentes de companhias disseram que as autoridades federais deveriam "respeitar" o papel tradicional exercido pelos Estados na regulamentação da atividade de petróleo e gás natural e acrescentaram que uma regulamentação excessiva arriscaria colocar algumas áreas de exploração não convencional fora de alcance.

Acompanhe tudo sobre:PetróleoPaíses ricosEstados Unidos (EUA)Energia

Mais de Mundo

Irã oferece recompensa de US$ 60 mil por 'piloto americano invasor'

Polymarket remove apostas sobre missão de resgate de militar dos EUA no Irã

Irã rejeita ultimato de Trump e mantém Estreito de Ormuz fechado: 'ação estúpida'

Irã sequestra 52 diplomatas americanos: a crise de 1979 que assombra Trump