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Central sindical declara primeira greve geral contra Macri

Os sindicatos, controlados pela oposição peronista, pedem a reabertura de negociações salariais


	Argentina: a Argentina tem a maior taxa de sindicalização da América Latina, com 40% de quase 14 milhões de assalariados. Um terço deles não é registrado
 (Getty Images)

Argentina: a Argentina tem a maior taxa de sindicalização da América Latina, com 40% de quase 14 milhões de assalariados. Um terço deles não é registrado (Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 23 de setembro de 2016 às 15h22.

A central de trabalhadores CGT, a maior da Argentina, aprovou nesta sexta-feira a realização da primeira greve geral contra a política econômica e salarial do governo de Mauricio Macri, mas ainda sem data definida, anunciou nesta sexta-feira um de seus líderes, Juan Carlos Schmid.

"Está decidida uma paralisação de 24 horas. Ainda não temos a data. A economia não arranca e já passaram sete meses com queda do consumo", disse Schmid em coletiva de imprensa.

Os sindicatos, controlados pela oposição peronista, pedem a reabertura de negociações salariais. A inflação chegará neste ano 43%, segundo o Banco Central. A maioria dos sindicatos acordou reajustes salariais abaixo de 35%.

A Argentina tem a maior taxa de sindicalização da América Latina, com 40% de quase 14 milhões de assalariados. Um terço deles não é registrado.

A decisão foi tomada durante uma plenária de líderes de cada sindicato.

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