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Casa Branca condena sequestro de líder na Líbia

Porta-voz da Casa Branca disse que EUA apoiam esforços da Líbia de cumprir com todas as aspirações da revolução em 2011, que colocou fim a anos de autoritarismo


	Ali Zidan: primeiro-ministro da Líbia foi abordado por homens armados durante madrugada em hotel onde ele estava hospedado na capital do país
 (Chip Somodevilla/Getty Images)

Ali Zidan: primeiro-ministro da Líbia foi abordado por homens armados durante madrugada em hotel onde ele estava hospedado na capital do país (Chip Somodevilla/Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 10 de outubro de 2013 às 16h21.

Washington - A Casa Branca disse ter ficado aliviada ao saber que o primeiro-ministro da Líbia, Ali Zidan, está livre novamente, após ter sido sequestrado por um homem armado no início desta quinta-feira. O porta-voz, Jay Carney, disse que o EUA condenaram o sequestro.

Zidan foi abordado por homens armados durante a madrugada em um hotel onde ele estava hospedado na capital do país.

O sequestro de Thebrazen está sendo apontado como uma possível retaliação à operação dos EUA no fim de semana, quando um homem suspeito de pertencer à Al-Qaeda foi capturado nas ruas de Trípoli.

Carney disse que os EUA apoiam os esforços da Líbia de cumprir com todas as aspirações da revolução em 2011, que colocou fim a anos de autoritarismo conduzido pelo líder Muamar Kadafi.

Carney acrescentou que a Líbia merece uma democracia baseada em leis e respeito aos direitos humanos. Ele também disse que os EUA trabalharão em conjunto com o governo líbio para que essa democracia seja estabelecida.

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