Mundo

Ataques de drones dos EUA deixam 10 mortos no Paquistão

Mísseis disparados atingiram pontos de encontro de militantes do Taleban


	Drone Predator dos EUA: ato deixou pelo menos dez pessoas mortas, de acordo com autoridades
 (Getty Images)

Drone Predator dos EUA: ato deixou pelo menos dez pessoas mortas, de acordo com autoridades (Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de outubro de 2014 às 18h57.

Islamabad - Mísseis disparados por drones dos EUA atingiram pontos de encontro de militantes do Taleban em uma região tribal paquistanesa nesta terça-feira.

O ato deixou pelo menos dez pessoas mortas, de acordo com autoridades. Os disparos aconteceram em poucas horas na região tribal Waziristão do Norte, próxima à fronteira afegã.

O último ataque atingiu uma área usada por militantes no vilarejo de Kundser e matou quatro militantes, de acordo com funcionários de inteligência paquistaneses. Antes, mísseis disparados por um drone atingiram uma área de comando do Taleban no vilarejo de Kund Ghar.

Autoridades afirmaram que seis militantes foram mortos e outros cinco feridos.

Ataques de drones também atingiram uma área no vilarejo de Mangrothi, na área de Shawal, matando quatro militantes na segunda-feira. Shawal é uma região montanhosa com florestas em acredita-se que muitos militantes estão escondidos.

Os ataques de drones são profundamente impopulares no Paquistão, onde são vistos como uma violação de soberania nacional que muitas vezes resultada na morte de civis.

O presidente dos EUA, Barack Obama, defendeu a medida como uma forma de atingir militantes que ameaçam os EUA em áreas em que o governo local não tem acesso. Fonte: Associated Press.

Acompanhe tudo sobre:Países ricosÁsiaEstados Unidos (EUA)GuerrasPaquistãoTalibãIslamismoDrones

Mais de Mundo

Governo dos EUA espera encerrar operações no Irã 'nas próximas duas semanas', diz Rubio

Brasil e China lançam Ano Cultural 2026 com agenda de eventos e intercâmbio artístico

Fórum Boao 2026 defende cooperação para conter impactos de tarifas e incerteza global

China defende cooperação com EUA e critica concorrência desleal