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Após Cúpula de Biden, China critica democracia dos EUA

A China, assim como Rússia e Hungria, foi excluída deste encontro virtual de dois dias com mais de cem líderes do mundo e acusou Biden de reacender as divisões ideológicas do período da Guerra Fria
Antes da cúpula, Pequim lançou uma ofensiva midiática descrevendo a democracia americana como corrupta e fracassada (Agência Brasil/Reuters/Carlos Garcia Rawlins)
Antes da cúpula, Pequim lançou uma ofensiva midiática descrevendo a democracia americana como corrupta e fracassada (Agência Brasil/Reuters/Carlos Garcia Rawlins)
Por AFPPublicado em 11/12/2021 12:01 | Última atualização em 11/12/2021 12:01Tempo de Leitura: 2 min de leitura

O governo chinês afirmou neste sábado (11) que a democracia dos Estados Unidos é uma "arma de destruição em massa", após a Cúpula da Democracia organizada pelo presidente Joe Biden para dialogar com seus aliados sobre os governos autoritários.

China, assim como Rússia e Hungria, foi excluída deste encontro virtual de dois dias com mais de cem líderes do mundo e acusou Biden de reacender as divisões ideológicas do período da Guerra Fria.

"A democracia se tornou há muito tempo uma arma de destruição em massa usada pelos Estados Unidos para interferir em outros países", disse um porta-voz do ministério das Relações Exteriores em um comunicado. O ministério também critica que a cúpula tenha sido organizada por Washington para "traçar linhas de preconceito ideológico, instrumentalizar e transformar a democracia em uma arma (...) para incentivar divisão e confronto".

Contra isso, a China se compromete a "resistir firmemente e se opor a todos os tipos de pseudodemocracia".

Antes da cúpula, Pequim lançou uma ofensiva midiática descrevendo a democracia americana como corrupta e fracassada.

Em um relatório publicado na semana passada com o título "China: a democracia que funciona", elogiou seu sistema de "democracia popular de processo completo", em uma tentativa de legitimar o Partido Comunista e o mandato cada vez mais autoritário do presidente Xi Jinping.

Embora os Estados Unidos neguem repetidamente buscar uma nova guerra fria com a China, as tensões entre as duas grandes economias aumentaram nos últimos anos em questões como comércio, concorrência tecnológica, direitos humanos e o destino de Taiwan.

O Tesouro dos Estados Unidos sancionou dois altos funcionários da região de Xinjiang e incluiu a empresa de software SenseTime em uma lista negativa pela sua ferramenta de reconhecimento facial que teria sido usada na repressão da minoria uigur dessa província.

Na lista de convidados da cúpula de Biden estava Taiwan, a ilha governada democraticamente que Pequim considera parte de seu território.

Durante este encontro virtual, a China teve uma conquista ao conseguir fazer Nicarágua romper relações diplomáticas com Taipei e reconhecer Pequim como único governo legítimo.

O anúncio deixa Taiwan com apenas 14 países que o reconhecem oficialmente.