Mundo

Acordo de transição do Brexit deve ser acertado em 7 semanas

Declaração foi feita pela premiê Theresa May, que tenta apaziguar os temores de que um acordo para a saída britânica da UE possa exigir mais tempo

Theresa May: UE ofereceu ao Reino Unido uma transição sem alterações no status quo até o final de 2020 após o Brexit (Toby Melville/Reuters)

Theresa May: UE ofereceu ao Reino Unido uma transição sem alterações no status quo até o final de 2020 após o Brexit (Toby Melville/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 2 de fevereiro de 2018 às 09h38.

Londres - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, disse nesta sexta-feira que um período de transição para o processo de saída britânica da União Europeia será combinado com o bloco nas próximas sete semanas, enquanto tenta apaziguar os temores de que um acordo para o Brexit possa exigir mais tempo.

A UE ofereceu ao Reino Unido uma transição sem alterações no status quo até o final de 2020 após o Brexit.

Os dois lados estão tentando chegar a um acordo até o final de março, mas existe discórdia a respeito de alguns detalhes, e o empresariado teme que um desentendimento quanto aos termos adie um acordo.

"No prazo de sete semanas, teremos um acordo com a União Europeia, este é o cronograma que eles passaram para um período de implantação", disse May em entrevista à BBC.

Durante uma viagem à China nesta semana, a premiê tentou tranquilizar alguns membros linha-dura de seu próprio Partido Conservador desafiando Bruxelas com o alerta de que cidadãos europeus que rumem para o Reino Unido no ano que vem, após o Brexit, podem perder alguns direitos durante um eventual período de transição.

O bloco quer que seus três milhões de cidadãos continuem tendo a possibilidade de usufruir dos mesmos direitos até o final deste período.

Acompanhe tudo sobre:Reino UnidoBrexitUnião EuropeiaTheresa May

Mais de Mundo

Ebola mata 2.184 na RDC em surto com 4.665 casos

Irã confirma presença na cúpula dos Brics em setembro

Terremoto de 7,4 na Colômbia deixa 281 mortos; buscas continuam

'Nações Desunidas': por que o próximo líder da ONU herdará entidade fragmentada