Marketing

Empresa chinesa cria abridor de garrafas inspirado em Suárez

O produto está sendo vendido no Taobao, site de vendas online que atua no país asiático, com preços que variam entre R$ 3,53 e R$ 353


	Luis Suarez: Atacante uruguaio foi suspenso da seleção uruguaia por nove partidas
 (Ricardo Malazan/AP/Direitos Reservados)

Luis Suarez: Atacante uruguaio foi suspenso da seleção uruguaia por nove partidas (Ricardo Malazan/AP/Direitos Reservados)

DR

Da Redação

Publicado em 28 de junho de 2014 às 10h42.

Priorizar nos meus resultados Google

Pequim - A polêmica mordida do uruguaio Luis Suárez no italiano Giorgio Chiellini inspirou uma empresa chinesa a criar e comercializar um abridor de garrafas com formato semelhante ao da boca do jogador banido da Copa do Mundo.

O produto está sendo vendido no Taobao, site de vendas online que atua no país asiático, com preços que variam entre 10 e 1000 iuanes (R$ 3,53 e R$ 353). Vale ressaltar, que nenhum dos tópicos conta com imagem do item, e alguns têm apenas uma representação do abridor.

Uma das vendedoras, identificada como Ouyang, garantiu que o anúncio feito pela empresa que trabalha é provisório, isso porque ainda estão começando os preparativos para fabricar o produto. Segundo ela, a grade variação de preços se dá para avaliar o interesse de compra.

Também aproveitando o embalo das mordida mais célebre dos últimos tempos, empresa chinesa fabricante de pastas de dentes, está tentando entrar em contato com Suárez, para convencê-lo a se tornar garoto-propaganda.

O atacante uruguaio foi suspenso por nove jogos pela seleção uruguaia e banido do futebol por quatro meses, por causa do lance com Chiellini, durante o jogo entre uruguaios e italianos pela última rodada da fase de grupos do Mundial.

Acompanhe tudo sobre:América LatinaÁsiaEsportesChinaFutebolUruguaiCopa do Mundo

Mais de Marketing

Spaten Pro antecipa início das vendas após repercussão do lançamento

Heineken leva pulseira inteligente do Coachella ao Rock in Rio

Marcas próprias avançam no Brasil, mas ainda enfrentam desafio para conquistar preferência

Juliette Freire: 'Marcas ainda caem na tentação de querer resultados imediatos'