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E se 2026 começasse diferente?

Se chegamos ao final de mais um ano com a sensação de exaustão, de desconexão ou de que “algo está fora do lugar”, isso não é coincidência, é sinal

Carolina Cavenaghi
Carolina Cavenaghi

Cofundadora e CEO da Fin4she

Publicado em 14 de janeiro de 2026 às 09h04.

Última atualização em 14 de janeiro de 2026 às 10h09.

Nos últimos dias me peguei pensando sobre como a virada do ano carrega uma expectativa enorme e, muitas vezes, uma frustração à altura.

A gente cria listas, promete mudar várias coisas, coloca metas no papel com a melhor das intenções. E, no primeiro mês, já sente aquele peso de não estar dando conta.

Acontece com você também?

Segundo o relatório Esgotadas, da Think Olga, 86% das mulheres brasileiras sentem que carregam uma carga excessiva de responsabilidades. Falta de dinheiro, sobrecarga e insatisfação com o trabalho são os fatores que mais afetam a saúde mental feminina.

E ainda assim, a gente insiste em fazer listas de ano novo como se o problema fosse a falta de disciplina, e não falta de respiro.

E no ambiente profissional, a sensação não é diferente: de acordo com o Relatório People at Work, do ADP Research Institute, 67% dos profissionais relatam que o estresse do trabalho afeta diretamente sua saúde mental. Ainda pior: segundo a FGV, 61% dos brasileiros afirmam estar insatisfeitos com seus empregos.

Ou seja: não é falta vontade.
É falta de direcionamento.
É falta de propósito.
É falta de clareza.

Mesmo assim, seguimos fazendo listas de ano novo como se a solução estivesse em “tentar mais forte”, quando, na verdade, está em tentar diferente.

Planejar não é se cobrar, é olhar para dentro.

Aprendi, depois de trabalhar com milhares de mulheres, que planejar não é um ato de autocobrança. É um ato de coragem.

É poder dizer que a sua vida não vai ser guiada só pela urgência dos outros, mas pela importância do que é seu.

Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora diz que “Uma mulher que é dona do seu próprio dinheiro é dona da sua vida e das suas próprias decisões.'

E eu posso acrescentar: ser dona das suas decisões começa a partir do momento que você tem consciência do que é inegociável para você.

Os sinais que você vê

Se chegamos ao final de mais um ano com a sensação de exaustão, de desconexão ou de que “algo está fora do lugar”, isso não é coincidência, é sinal.

Não dá para entrar em 2026 como entramos em 2025.
Ou 2024.
Ou 2023....

Recomeçar não basta.
É preciso se preparar.
É preciso entender seus limites, seus inegociáveis, seus ritmos e seus desejos.
É preciso construir metas possíveis, que façam sentido para o seu momento, não para uma versão idealizada de você.

Por onde começar?

Foi pensando nisso que criei a Imersão Plano & Propósito 2026, um encontro ao vivo e totalmente online, que acontece exclusivamente no dia 24 de janeiro, às 9h.

Neste encontro vamos, juntas, construir um plano de ação prático que faça sentido, que respeite o seu momento, suas decisões e que possa, enfim, te fazer florescer.

Antes de decidir o que queremos conquistar em 2026, talvez a pergunta seja outra: Como olhar para 2025 com mais verdade?

Não é sobre mais uma lista de resoluções genéricas. É sobre rever os erros, os aprendizados e os desejos que ficaram pelo caminho. E, a partir daí, traçar um plano de ação que respeite nosso próprio caminho.

E, se ainda restarem dúvidas do que é possível conquistar quando realmente olhamos para dentro, eu te convido a experimentar um começo de ano diferente.

A é a oportunidade que estava faltando para você, que olha para os últimos meses e sente que tudo escorreu pelos dedos.

Que vive no automático, só apagando incêndios e não tem uma direção clara de para onde ir e aonde quer chegar, na sua carreira e na sua vida pessoal.

Não desperdice essa energia e gás que só janeiro nos proporciona.

Porque começar o ano com foco muda tudo.

E toda mulher merece um recomeço com mais leveza e propósito.

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