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Binance leva conteúdos sobre blockchain e criptomoedas a universidades brasileiras

Com workshops em 18 instituições de ensino, projeto da Binance em parceria com Blockchain Rio já beneficiou mais de 2,5 mil estudantes em 2025

 (Oscar Wong/Getty Images)

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Publicado em 27 de agosto de 2025 às 17h45.

Com o avanço do mercado de criptomoedas — segundo dados do Statista, globalmente já são mais de 800 milhões de investidores —, empresas como a Binance, maior exchange de criptomoedas do mundo, investem para levar conhecimento sobre blockchain e Web3 a instituições de ensino.

A medida é parte dos esforços da empresa para apoiar o crescimento sustentável da indústria. Entre as ações adotadas para educar investidores e formar novos talentos, a plataforma concluiu, neste mês, o Blockchain on the Road, um projeto itinerante que levou conteúdo sobre blockchain e criptomoedas a 18 universidades distribuídas em 13 cidades brasileiras.

O programa beneficiou mais de 2,5 mil estudantes por meio de workshops, aulas, bate-papos e encontros educativos com o intuito de democratizar o conhecimento sobre ativos digitais e fomentar o interesse de jovens em uma das áreas que mais crescem no mundo.

“O Brasil se consolida como um dos países nos quais a adoção de criptomoedas está entre os maiores do mundo e onde o ritmo de expansão é um dos mais acelerados. E a Binance acredita que, como líder de mercado, promover a educação sobre blockchain e ativos digitais se torna cada vez mais importante para a formação da sociedade; e as universidades são um dos ambientes mais profícuos para isso”, comenta Guilherme Nazar, vice-presidente regional da Binance para América Latina.

Segundo ele, a educação é a base para a construção de um ecossistema cripto mais seguro, inclusivo e sustentável. “Estar dentro das universidades, debatendo com os estudantes e trocando conhecimento, é fundamental para ampliar a compreensão sobre o setor e incentivar a inovação.”

Entre as instituições participantes estão a Universidade de Brasília (UNB), no Distrito Federal; a Fundação Getulio Vargas (FGV), em São Paulo; a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); a Universidade do Estado da Bahia (Uneb); a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), em Foz do Iguaçu; e a FAE Centro Universitário, em Curitiba. A diversidade geográfica reflete o alcance nacional do projeto e o compromisso com o acesso ao conhecimento em diferentes regiões do país. A lista completa está disponível neste link.

Entre os diferenciais do Blockchain on the Road está o acesso a conteúdos antes restritos a fóruns especializados ou cursos técnicos. “Levar o conhecimento sobre blockchain e cripto para dentro das universidades vai muito além de falar sobre tecnologia; é sobre abrir portas para que jovens possam criar, inovar e transformar realidades. O Blockchain on the Road, que fizemos em parceria com a Binance, é um passo importante para capacitar a nova geração de profissionais sobre essa tecnologia que está cada vez mais presente na sociedade, contribuindo para que o país assuma um papel de protagonismo na revolução digital”, disse Francisco Carvalho, fundador do Blockchain Rio.

O programa deste ano foi concluído no dia 5 de agosto, na PUC-Rio (RJ), e contou com a presença de Nazar, além de representantes da Blockchain Rio e de Polkadot, Chiliz, XDC e Stellar.

O Blockchain on the Road integra os pilares estratégicos da Binance, que tem investido globalmente em iniciativas educacionais voltadas para o público geral. No Brasil, além dos workshops presenciais, como o Binance University Tour, a empresa já promoveu cursos online gratuitos, eventos abertos à comunidade e conteúdos com foco em segurança, Web3, economia digital e oportunidades de carreira no setor.

Globalmente, a Binance Academy, braço de educação da plataforma, oferece conteúdo gratuito para pessoas interessadas em criptomoedas com diferentes níveis de conhecimento, em dezenas de idiomas incluindo o português brasileiro. Em 2024, a Binance Academy formou 44 milhões de alunos, um aumento de 63% em relação ao ano anterior, com a expansão da oferta de cursos e parcerias com instituições globais. Em todo o mundo, já ofereceu cursos em mais de 130 universidades em 45 países.

Com o avanço das discussões sobre regulação e o fortalecimento do mercado cripto no país, o papel da educação se torna ainda mais relevante. “O Brasil tem se destacado como um dos países mais engajados na adoção de criptoativos. Mas, para que esse avanço seja sustentável, é preciso investir em conhecimento. A formação de talentos locais é um fator-chave para o crescimento do setor”, reforça Nazar.

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