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Pfizer está exposta à ameaça de tarifas europeias, diz CEO

Trump sinalizou a possibilidade de taxação ao setor de saúde como parte de uma estratégia para incentivar a própria produção nos EUA. No país, a Pfizer possui 14 fábricas em produção.

Albert Bourla, CEO da Pfizer: as ambições da farmacêutica são apenas uma forma pela qual a pandemia está prestes a mudar para sempre o setor de saúde. (Steven Ferdman/Getty Images)
Janaina Camargo
Janaina Camargo

Redatora na Exame

Publicado em 19 de fevereiro de 2025 às 08h18.

O CEO da Pfizer, Albert Bourla, afirmou que a empresa está exposta ao risco de tarifas impostas pelos Estados Unidos à União Europeia, onde a farmacêutica mantém fábricas.

Durante uma conferência da indústria realizada em Washington, nesta terça-feira, 18, Bourla declarou à CNBC: "Estamos esperando para ver como isso pode acontecer com as tarifas em lugares que ainda não foram anunciados." Ele acrescentou: "Mas, até agora, China, Canadá e México não estão nos afetando."

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O presidente Donald Trump tem sinalizado a possibilidade de taxar o setor de saúde como parte de uma estratégia para incentivar a produção dentro dos Estados Unidos. Atualmente, a Pfizer opera 14 fábricas no país.

Em Nova York, as ações da companhia registraram pouca variação, encerrando o dia com uma leve alta de 0,12%, a US$ 25,56.

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