Painel de cotações da B3 (Germano Lüders/Exame)
Redação Exame
Publicado em 26 de janeiro de 2026 às 10h37.
Última atualização em 26 de janeiro de 2026 às 10h40.
O Ibovespa em leve queda na manhã desta segunda-feira, 26, em um pregão marcado pela expectativa em torno da "super quarta", quando os bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos decidem os rumos dos juros, além da divulgação de balanços e indicadores econômicos.
Por volta das 10h24, o principal índice da B3 recuava 0,07%, aos 178.733 pontos, oscilando em torno da estabilidade. Na sessão anterior, o Ibovespa encerrou no maior nível da história, aos 178.859 pontos depois de ter tocado pela primeira vez na história os 180 mil pontos.
Já o movimento de leve alta ocorre após o Boletim Focus indicar nova redução na expectativa de inflação para 2026, de 4,02% para 4,00%, reforçando a percepção de um ambiente mais favorável para ativos de risco, enquanto as projeções para Produto Interno Bruto (PIB) e a taxa básica de juros, a Selic, permaneceram estáveis no horizonte até 2029.
A expectativa do PIB para 2026 e 2027 foi mantida em 1,80%, a estimativa de 2028 e 2029 também permaneceu em 2,00%. Já para a Selic neste ano, os analistas mantiveram a expectativa em 12,25%. Em 2027, a projeção ficou em 10,50%. A estimativa permaneceu em 10% em 2028, enquanto para 2029 se manteve em 9,50%
Dos 84 papéis que compõem o Ibovespa, a maioria, 43, operam estáveis. Entre 11 altas, porém, os papéis de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3 e PETR4) estão em destaque e ajudam o índice a se manter no azul, com altas de 0,53%; 1,25% e 1,17%, respectivamente.
As ações do Banco do Brasil (BBAS3), que têm 2.6% de participação na referência acionária, também sobem 0,99%.
Entre as baixas, a maior queda do dia são das ações da Vivara (VIVA3), que caem 2,08%.