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Enquanto o mercado oscila, ele fatura milhões investindo em arte — não em ações

Taymoor Atighetchi lidera uma das marcas mais populares entre a Geração Z e evita o mercado de ações por falta de controle

 (Reprodução/LinkedIn)

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Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 26 de janeiro de 2026 às 11h03.

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Enquanto muitos executivos acompanham os altos e baixos do mercado de ações entre um compromisso e outro, Taymoor Atighetchi escolheu um caminho menos volátil, que é investir em arte e empresas que admira, incluindo a própria.

Fundador e CEO da popular marca de papelaria de design personalizado, ele comanda um negócio que já vendeu mais de 15 milhões de unidades e se recusa a aplicar em ações por considerar o mercado acionário uma “montanha-russa financeira que não consigo controlar”.

Criado em Londres por pais iranianos, ele cresceu cercado por arte, antiguidades e referências estéticas que moldaram sua visão de mundo, e também de negócios.

Antes de se tornar executivo, passou pela tradicional Universidade de Cambridge, fundou um dos principais sites de mídia estudantil do Reino Unido, trabalhou na consultoria Bain & Company e, aos 26 anos, lançou a marca que o consagraria no varejo. As informações foram retiradas da Fortune.

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Crescimento exponencial e disciplina financeira

A empresa fundada por Atighetchi é hoje um fenômeno comercial. Somente no fim do ano, seus diários personalizados são vendidos a uma média de um a cada 25 segundos. Durante o período de volta às aulas, são mais de 1.400 unidades por dia.

O sucesso, no entanto, não alterou a cautela de Atighetchi com relação a investimentos tradicionais. Mesmo à frente de um negócio de crescimento acelerado, o CEO afirma não aplicar em ações e prefere investir em empresas que conhece bem, e em obras de arte que tragam valor além do financeiro.

Um de seus melhores investimentos, segundo ele, foi uma gravura de David Shrigley, adquirida por £1.000, que carrega traços visuais da identidade da sua própria marca.

Escolhas conscientes e filosofia de investimento com propósito

A aversão de Atighetchi ao mercado financeiro tradicional não vem da ignorância, mas de uma escolha consciente.

“Sei que deveria [investir em ações], mas honestamente, não quero andar numa montanha-russa financeira que não consigo controlar”, disse.

No lugar disso, ele adota uma filosofia mais tangível: investir em coisas que geram retorno emocional, estético e simbólico, mesmo que não tragam o maior retorno financeiro imediato.

Esse posicionamento joga luz sobre uma discussão relevante no campo das finanças corporativas: o papel da diversificação com propósito. Cada vez mais, executivos buscam alocar recursos não apenas com base em risco e retorno, mas também em afinidade, valores pessoais e visão de longo prazo. Atighetchi representa esse perfil híbrido: ao mesmo tempo racional na gestão e emocional nas escolhas de investimento, sem deixar que um lado elimine o outro.

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O impacto da visão financeira pessoal na governança corporativa

A relação que um executivo tem com o dinheiro, pessoal e profissionalmente, influencia diretamente a cultura da empresa que lidera. Ao preferir investimentos que possa controlar e visualizar, Atighetchi mostra como uma abordagem mais pessoal e conectada pode se refletir na forma como conduz seu negócio: com atenção ao detalhe, estética apurada e foco na experiência do consumidor.

Para os profissionais de finanças corporativas, esse tipo de perfil oferece aprendizados valiosos. Governança, controle de risco e crescimento sustentável não são incompatíveis com decisões de investimento subjetivas, desde que bem fundamentadas. Atighetchi, ao evitar o mercado acionário e optar por reinvestir no próprio negócio, sinaliza uma estratégia clássica de capitalização interna e gestão centrada.

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Não é raro ouvir histórias de empresas que faliram por erros de gestão financeira. Das pequenas startups até as grandes corporações, o desafio é parecido: manter o controle financeiro e tomar decisões estratégicas. E essa não é uma responsabilidade apenas da alta liderança. Independente do cargo, saber como equilibrar receitas, despesas e investimentos é essencial.

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