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Ibovespa acompanha NY e firma queda com pressão de Petrobras e bancos

Em Wall Street, os principais índices perderam força e passaram a cair

Ibovespa recua após recorde: o principal índice da B3 caía 0,61%, aos 188.585 pontos (Cris Faga/NurPhoto/Getty Images)

Ibovespa recua após recorde: o principal índice da B3 caía 0,61%, aos 188.585 pontos (Cris Faga/NurPhoto/Getty Images)

Da Redação
Da Redação

Redação Exame

Publicado em 12 de fevereiro de 2026 às 14h05.

O Ibovespa aprofundou as perdas no início da tarde desta quinta-feira, 12, acompanhando o recuo das bolsas de Nova York em um ambiente de maior aversão a risco. Às 13h51 (horário de Brasília), o principal índice da B3 caía 0,61%, aos 188.585 pontos. No mesmo horário, o dólar operava estável frente ao real, cotado a R$ 5,186.

Em Wall Street, os principais índices perderam força e passaram a cair, movimento que levou investidores a buscarem proteção nos Treasuries. Com isso, os rendimentos dos títulos do governo americano recuaram para as mínimas do dia.

O mercado avalia a queda nos pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos, após a divulgação de dados fortes de criação de vagas na véspera, e aguarda a divulgação dos números de inflação nesta sexta-feira, além de discursos de autoridades.

Por volta das 13h20, o Dow Jones recuava 0,44%, aos 49.903,62 pontos; o S&P 500 caía 0,79%, aos 6.885,93 pontos; e o Nasdaq Composto tinha queda mais acentuada, de 1,30%, aos 22.764,65 pontos, pressionado principalmente pelas ações de tecnologia.

Petrobras e bancos pressionam o Ibovespa

Já no Ibovespa, dos 84 papéis que compõem o índice, 53 estão em queda, com destaque para Petrobras e do Itaú, que pressionam o índice.

A Vale (VALE3) mantém, por outro lado, o avanço, com alta de 0,40%, freando parte da queda do Ibovespa.

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