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Dow Jones fecha em baixa de 1,05%

O índice seletivo S&P 500 caiu 1,25% até 1.370,26, e o indicador da bolsa eletrônica, a Nasdaq, recuou 1,45% para 3.011,33

Dow Jones e outros índices na bolsa de Nova York, a NYSE (Spencer Platt/Getty Images)

Dow Jones e outros índices na bolsa de Nova York, a NYSE (Spencer Platt/Getty Images)

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Da Redação

Publicado em 13 de abril de 2012 às 19h04.

Nova York - O índice Dow Jones Industrial, o principal de Wall Street, fechou em baixa de 1,05% nesta sexta-feira, influenciado por dados piores do que o previsto sobre o Produto Interno Bruto (PIB) da China.

Esse indicador, que reúne 30 das maiores empresas americanas, perdeu 136,99 pontos, para 12.849,59. Já o índice seletivo S&P 500 caiu 1,25% até 1.370,26, e o indicador da bolsa eletrônica, a Nasdaq, recuou 1,45% para 3.011,33.

O pregão nova-iorquino esteve em terreno negativo desde o início da sessão devido aos dados sobre a economia do gigante asiático, que se expandiu 8,1% no primeiro trimestre do ano, abaixo dos 8,3% previsto pelos analistas.

A notícia, unida às renovadas preocupações sobre a crise da dívida europeia, fez com que todos os setores de Wall Street fechassem em baixa, liderados pelo financeiro (-2,08%), apesar de dois dos maiores bancos dos Estados Unidos terem apresentado resultados melhores que o previsto pelos analistas.

Foi justamente um banco que liderou as perdas do Dow Jones, neste caso o Bank of America (-5,34%), seguido pelo JPMorgan Chase (3,64%), o produtor de alumínio Alcoa (-3,15%), o conglomerado General Electric (-2,18%) e a tecnológica Hewlett-Packard (-2,11 %).

As únicas altas nesse indicador foram da cadeia de lojas Home Depot (0,65%) e do grupo de alimentação Kraft (0,57%).

O gigante tecnológico Apple perdeu 2,82% em um dia no qual a empresa afirmou que as acusações do Departamento de Justiça dos EUA sobre sua suposta aliança com editoras para subir o preço dos livros eletrônicos 'não são verdade'.

Em outros mercados, o petróleo caiu para US$ 102,83 por barril, o ouro desceu a US$ 1.660,2 a onça, o dólar ganhava terreno frente ao euro (cotado a US$ 1,3082) e a rentabilidade da dívida pública americano a dez anos retrocedia para 1,99%. 

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