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Dados dos EUA e reunião de Galípolo com bancos: o que move os mercados

Sem indicadores econômicos relevantes previstos para o Brasil nesta terça-feira, a agenda institucional do Banco Central chama atenção

Agenda do mercado: os números de atividade e do mercado imobiliário americano são os principais destaques do dia

Agenda do mercado: os números de atividade e do mercado imobiliário americano são os principais destaques do dia

Publicado em 18 de agosto de 2026 às 05h30.

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Os mercados começam esta terça-feira, 18, com uma agenda econômica concentrada nos Estados Unidos e na Europa. Os números de atividade e do mercado imobiliário americano são os principais destaques do dia.

Já no Brasil, além do mercado, a agenda reúne compromissos do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e do ministro da Fazenda, Dario Durigan.

O que acompanhar

Às 3h, no horário de Brasília, o Reino Unido divulga a taxa de desemprego de junho. O indicador havia ficado em 4,9% na leitura anterior. O dado entra no radar dos investidores por trazer um retrato das condições do mercado de trabalho britânico.

Na Alemanha, às 6h, será conhecido o índice de sentimento econômico do instituto ZEW referente a agosto. Em julho, o indicador estava em 26,3 pontos. A leitura ajuda a medir a percepção dos agentes sobre as perspectivas para a maior economia da zona do euro.

A agenda americana concentra os principais indicadores do dia. Às 9h30, saem os dados de julho sobre a construção de novas moradias e as permissões para construção. Em junho, a construção de novas moradias havia avançado 19%, enquanto as permissões recuaram 2,6%.

No mesmo horário, também será divulgado o número de vendas de moradias existentes em julho. Em junho, as vendas haviam caído 5,4%.

Os dados do setor imobiliário ganham relevância por ajudarem a mostrar o comportamento da atividade americana em um momento em que os investidores monitoram os próximos passos da política monetária do Federal Reserve.

Às 10h15, o mercado conhece ainda a produção industrial americana de julho. Em junho, o indicador havia registrado alta de 0,1%. A leitura oferece mais uma indicação sobre o ritmo da atividade econômica nos Estados Unidos.

Sem indicadores econômicos relevantes previstos para o Brasil nesta terça-feira, a agenda institucional do Banco Central chama atenção. Pela manhã, Gabriel Galípolo se reúne com representantes do KfW Development Bank e, depois, com executivos da Visa. Os dois encontros são fechados à imprensa.

À tarde, entre 14h e 15h, o presidente do BC recebe representantes da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e dos principais bancos do país: Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, BTG Pactual, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Nubank.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, também participa pela manhã do podcast The News, em São Paulo. Às 11h, tem audiência com Sergio Firpo, professor de Economia do Insper. No fim da tarde, às 16h15, reúne-se com o governador do Rio de Janeiro, Ricardo Couto.

Ibovespa tem 10ª queda

A agenda ocorre um dia depois de o Ibovespa encerrar a 10ª sessão consecutiva em queda.

O índice recuou 0,01% na segunda-feira, aos 166.954 pontos, em um pregão marcado pela pressão sobre os bancos e pela recuperação judicial da Casas Bahia, enquanto a alta do petróleo ajudou a sustentar as ações da Petrobras.

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