Invest

Bolsas na Ásia sobem puxadas pelo Nikkei e Nintendo

Três bancos centrais da região irão decidir sobre taxas de juros nesta semana

Mario, o principal personagem da Nintendo, que pode ter novo investimento árabe (Drew Angerer)

Mario, o principal personagem da Nintendo, que pode ter novo investimento árabe (Drew Angerer)

Luiz Anversa
Luiz Anversa

Repórter

Publicado em 7 de outubro de 2024 às 06h03.

Os mercados da Ásia-Pacífico subiram nesta segunda-feira pelo Nikkei 225 no Japão, que cresceu 1,8%. Entre os destaques individuais estão Mizuho Financial Group e Nikon.

A empresa de videogames Nintendo também foi bem nesse início de semana, com suas ações crescendo 4,4% após sair a notícia de que o fundo soberano da Arábia Saudita está cogitando aumentar sua participação na empresa. O fundo já tem participações em desenvolvedores de software de jogos como Nexon e Capcom, segundo a CNBC.

O iene por si se valorizou 0,15% para ser negociado a 148,46 por dólar - isso depois de atingir seu nível mais fraco em mais de dois meses logo no início da sessão de hoje. O iene também está sob pressão depois que o novo primeiro-ministro, Shigeru Ishiba, disse que não "acha que o ambiente esteja pronto para um aumento adicional na taxa de juros".

Já o índice Hang Seng subiu 1,6%, enquanto o Kospi cresceu 1,58%. E o S&P/ASX 200 da Austrália subiu 0,68%

Semana importante

Três bancos centrais irão decidir sobre taxas de juros nesta semana: Coreia do Sul, Nova Zelândia e Índia.

Economistas ouvidos pela Reuters esperam cortes na Coreia e Nova Zelândia, e manutenção na Índia. A expectativa é que a taxa básica em Seul vá de 3,5% para 3,25% na sexta-feira. Já o corte na Oceania deve ser de 0,5%, para 4,75% na quarta.

Acompanhe tudo sobre:bolsas-de-valores

Mais de Invest

A queda da Barbie? Ações da Mattel despencam 24% após fraco desempenho no fim de ano

Domino’s nomeia um veterano do McDonald’s como seu novo CEO

País não sobrevive se metade das pessoas recebe cheque do governo, diz Stuhlberger

Produção da Petrobras cresce 19% no 4º trimestre, puxada pelo pré-aal