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Startup de IA para saúde OpenEvidence levanta US$ 75 milhões e vira unicórnio

Chatbot já é usado por um quarto dos médicos nos EUA e busca expandir parcerias com publicações científicas

Daniel Nadler: fundador da OpenEvidence (Getty Images)

Daniel Nadler: fundador da OpenEvidence (Getty Images)

Ramana Rech
Ramana Rech

Redatora

Publicado em 20 de fevereiro de 2025 às 13h39.

Última atualização em 20 de fevereiro de 2025 às 13h39.

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A OpenEvidence, startup que desenvolve inteligência artificial para a área da saúde, está levantando US$ 75 milhões em uma rodada de investimento liderada pela Sequoia Capital. O aporte elevou o valor de mercado da empresa para US$ 1 bilhão, marcando sua primeira captação com um investidor institucional.

Com o novo investimento, a OpenEvidence já arrecadou mais de US$ 100 milhões. A Sequoia, que liderou a rodada, tem um histórico de investimentos em gigantes como Nvidia, Apple, YouTube, SpaceX e Airbnb.

Fundada em Cambridge, Massachusetts, nos Estados Unidos, a OpenEvidence desenvolveu um chatbot de IA que auxilia médicos na tomada de decisões clínicas. O sistema foi treinado exclusivamente com dados de revistas médicas, sem acesso à internet pública, o que reduz o risco de alucinações e respostas imprecisas. Segundo a empresa, um quarto dos médicos nos Estados Unidos já utiliza a ferramenta.

O chatbot é oferecido gratuitamente, e a receita da startup vem de publicidade. O novo financiamento será usado para ampliar parcerias estratégicas. Um dos primeiros acordos foi com a revista científica The New England Journal of Medicine, permitindo que a IA utilize seu conteúdo como fonte confiável.

Fundador já vendeu startup de IA por US$ 700 milhões

A OpenEvidence foi fundada em 2021 por Daniel Nadler, ex-criador da Kensho Technologies, uma IA voltada para o setor financeiro que foi vendida por US$ 700 milhões em 2018. Agora, seu foco está em transformar a maneira como médicos acessam e utilizam informações científicas no dia a dia.

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