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China lidera a corrida da IA com código aberto — o que isso significa para o futuro?

Modelos de IA de código aberto da China estão dominando o mercado, impulsionados por inovação e baixos custos

A inteligência artificial vai dominar o futuro. (Getty Images)

A inteligência artificial vai dominar o futuro. (Getty Images)

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 26 de março de 2026 às 16h27.

Em 2025, a China alcançou uma posição de destaque na inteligência artificial de código aberto, superando os Estados Unidos em downloads e popularidade. 

Modelos como o Mimo V2 Pro e o DeepSeek R1, lançados sem atribuição clara aos desenvolvedores, geraram grande especulação sobre a origem e o impacto dessa tendência crescente. 

O modelo Qwen da Alibaba, por exemplo, ocupa o topo do ranking, destacando-se pela sua robustez e pelo custo consideravelmente menor em comparação aos modelos líderes de mercado como ChatGPT.

Essa ascensão no mercado de IA não é mera coincidência. A China tem investido fortemente em IA aberta, promovendo o compartilhamento de dados e modelos, o que resulta em uma velocidade de inovação superior à observada em outros países. 

Esse movimento tem atraído empresas de diferentes setores, de startups a gigantes como Airbnb e Pinterest, que incorporam esses modelos em suas infraestruturas tecnológicas.

O crescimento exponencial 

A chave para o sucesso dos modelos chineses de IA de código aberto está na combinação de custo acessível e personalização. Diferente das tecnologias proprietárias, que exigem investimentos elevados, os modelos chineses oferecem alternativas mais baratas sem comprometer a qualidade. 

Empresas como o Airbnb confirmaram o uso do Qwen para melhorar a experiência de atendimento ao cliente por meio de chatbots mais eficientes. Já o Pinterest, gigante no setor de redes sociais, utiliza modelos de código aberto para aprimorar seu sistema de recomendações, com uma melhoria de até 30% na relevância das sugestões de compras. 

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Eses exemplos demonstram como as empresas estão se beneficiando da flexibilidade oferecida pelos modelos chineses, que podem ser adaptados para casos de uso específicos e, assim, otimizar o desempenho geral dos sistemas.

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